sexta-feira, 26 de maio de 2017

Escória petista, uma vergonha nacional.

Escória lulopetista oferece ao País uma vergonhosa exibição de hipocrisia ao incendiar ministérios e os plenários do Senado e da Câmara. Editorial do Estadão: 


O PT e seus lambe-botas passaram meses protestando contra a Operação Lava Jato sob o argumento de que se tratava de uma “investigação seletiva” dedicada exclusivamente a “perseguir” Lula e a tigrada. Decepcionaram-se quando a evolução das investigações demonstrou que nenhum partido e nenhuma liderança política está imune à ação da Justiça. Agora, demonstrando que eles próprios também sabem ser seletivos quando lhes convém, os lulopetistas oferecem ao País uma vergonhosa exibição de hipocrisia quando incendeiam – em alguns casos, literalmente – a Esplanada dos Ministérios e os plenários do Senado e da Câmara dos Deputados com iradas manifestações de indignação diante da profunda crise em que o País está mergulhado, escamoteando o fato de que eles próprios têm enorme responsabilidade por essa crise, pois durante longos 13 anos foram os donos do poder, do qual foram apeados, com apoio maciço dos brasileiros, há apenas 12 meses. Os vândalos que botaram fogo e destruíram o patrimônio público numa “manifestação pacífica” a favor do “Fora Temer” e contra as reformas, bem como os senadores e deputados baderneiros que pelos mesmos motivos promoveram cenas de pugilato dentro do Congresso Nacional, cometeram essas barbaridades movidos por uma seletiva indignação contra a crise que eles próprios provocaram e agora procuram agravar em benefício próprio, pois alimentam a pretensão de voltar ao poder ressuscitando Luiz Inácio Lula da Silva.

Quanto pior a crise, recomenda o bom senso, tanto maior a necessidade de que as lideranças políticas assumam a responsabilidade de serenar os ânimos e manter dentro dos limites da racionalidade o confronto político inerente à vida democrática. É mais fácil compreender as motivações que levam um cidadão comum a realizar atos de vandalismo do que aceitar a atitude de um parlamentar que desrespeita uma Casa de representação popular com um comportamento violento. É péssimo exemplo dado por quem tem obrigação de se comportar com civilidade.

A existência de oposição é uma condição inerente à democracia, pois a complexidade da natureza humana exige consenso na gestão da coisa pública, não unanimidade. A oposição não pode se comportar como única e legítima representante da vontade popular, pretensão implicitamente invocada para justificar, “em nome do povo”, o desrespeito às instituições e a agressão a quem ousa dissentir. O dogmatismo messiânico do PT e das facções esquerdistas que navegam em suas águas resultou na redução da questão social à divisão do País entre “nós” e “eles” – uma regressão histórica ao princípio da luta de classes –, como se a política consistisse em dirimir o conflito de interesses por meio da eliminação do “inimigo”. Numa democracia, as divergências se resolvem pela conciliação de interesses e não pela potencialização de seu entrechoque.

Essa visão primária que o PT e seus agregados têm, de que os problemas se resolvem pela submissão do opositor e não pela conciliação de interesses, tem sido sistematicamente materializada nos debates parlamentares em torno de questões mais agudas, como foi o caso do impeachment de Dilma Rousseff e, agora, da discussão das reformas propostas pelo governo Temer. Quando os trabalhos são abertos, no Senado ou na Câmara, em comissões ou em plenário, as primeiras fileiras já estão ocupadas por um grupo que pode ser definido como “tropa de choque”. São sempre os mesmos, que se distinguem e se identificam pela especial habilidade de tumultuar a discussão com repetidas tentativas de desqualificar a condução dos trabalhos e as posições de “inimigos”. Não são senadores ou deputados, mas “guerreiros” dispostos a impor-se “no berro”, recorrendo frequentemente à violência de “ocupar” o espaço da mesa diretora dos trabalhos, em flagrante atentado ao decoro parlamentar e desrespeito aos cidadãos que deveriam representar.

Resta esperar que essas lamentáveis demonstrações de falta de compostura e espírito cívico estimulem os eleitores a serem mais seletivos na próxima vez que forem às urnas.

3 comentários:

Anônimo disse...

OS COMUNISTAS SOBREVIVEM APENAS DE TRAMOIAS, TRAPAÇAS, TRETAS, TRAMBIQUES - sem isso não são nada!
Não contam no máximo entre o povo com uns 3% de aprovação, dos familiares e associados a esses sanguessugas e vampiros no poder, beneficiarios da mafia!

César de Castro Silva disse...

Esse pessoal se diz defensor dos trabalhadores, via PT, mas tenho certeza que a grande maioria trabalharam muito pouco e usam sindicatos e associações de trabalhadores para galarem cargos políticos e deles fazerem profissão.Temos de acabar com os políticos profissionais que sugam o país, e só há um jeito: ACABAR COM A REELEIÇÃO PARA TODOS OS CARGOS POLÍTICOS, DE VEREADOR A PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PASSANDO OS MANDATOS PARA 5 ANOS.

Com isso você acaba com o sujeito que faz do cargo político uma profissão e para não perder o emprego faz o legal e o ilegal, principalmente essa turma das esquerdas.

Anônimo disse...

MORO É O VERDADEIRO CULPADO

por Augusto de Franco

O que Gilmar Mendes e Reinaldo Azevedo estão fazendo vai além de todas as patifarias. Trato dos dois conjuntamente por motivos óbvios: a fonte e seu jornalista de estimação para informações privilegiadas, o ministro do STF e seu assessor de imprensa e, se preciso, seu cabo eleitoral.

Eles querem salvar o Estado de direito dos seus próprios agentes, instituindo-se como os únicos que interpretam corretamente as leis e maldizendo os que têm outras interpretações. Só as deles seriam corretas.

No fundo, estão perdidos. Não entenderam a profundidade da crise que assola o velho sistema representativo e correm como loucos para tentar salvar o establishment. Só que não há establishment para salvar desde que o PSDB concordou em comer as migalhas que caiam da mesa do banquete coprófago do PT. E, em retribuição, decidiu proteger Lula, Dilma e o PT por qualquer meio, seja desarmando o impeachment de 2005, seja se contrapondo ao impeachment de 2016 (ao qual só aderiram quando não havia mais jeito), seja proclamando que Lula era uma liderança importante para o Brasil que não podia ser destruída, seja atestando que Dilma era uma mulher honrada, seja argumentando contra a cassação do registro partidário do PT.

Ora, todo esse pessoal (da falsa oposição) perdeu legitimidade aos olhos de boa parte da população. Não pode, portanto, ser mais fiel de coisa alguma. Jamais o arranjo de governabilidade PT-PSDB será novamente capaz de manter a estabilidade política.

Mas eles, com a cabeça lá no século passado, acham que é exatamente isso que se deve fazer. Por isso são contra as prisões preventivas, contra as 10 medidas de combate à corrupção, contra o fim do foro privilegiado, a favor da lei de abuso de autoridade e a favor da lista fechada. Porque, na cabeça deles, a coisa mais importante do mundo é cortar o topete de Sérgio Moro, colocar Deltan Delagnol no seu lugar e subordinar à Lava Jato às diretrizes daquilo que avaliam ser a única maneira de salvar o sistema político (do contrário seria o caos).

E aí, dia sim, outro também, desancam a força tarefa da Lava Jato e o juiz Moro. Quem os lê ou ouve fica com a impressão de que o grande delinquente do país é o juiz de Curitiba, que é ele que deve se explicar por, supostamente, estar violando a democracia, seja porque sua atuação é ilegal, seja porque, no fundo, deve ser candidato (uma acusação sem-vergonha que já lhe fez o Reinaldo Azevedo), seja porque quer comandar o país, seja porque as penas que decreta são muito longas, seja porque não tem provas. Sim, para esses caras, Moro deve ser o verdadeiro culpado pela situação em que vivemos.

(...)