quinta-feira, 25 de maio de 2017

Esplanada tem prejuízo milionário com as depredações das hordas lulopetistas

Não perguntem quem vai pagar. Não serão esses malditos dinossauros ideológicos, escória política que precisa ser erradicada. O contribuinte, esfolado mensalmente através dos impostos, bancará os atos desses criminosos - hediondos para a democracia:


Ultrapassa a casa de 2 milhões de reais o prejuízo do governo federal com as depredações causadas por black blocs e até furto de equipamentos na Esplanada dos Ministérios durante uma manifestação contra o presidente Michel Temer, nesta quarta-feira. Em alguns ministérios houve paralisação parcial de trabalhos nesta quinta-feira para perícia e cancelamento de compromissos por causa dos danos.

VEJA enviou a todos os ministérios pedidos de informação sobre casos de depredação e custos de reparo, mas nem todos responderam até a última atualização desta reportagem. A soma parcial é de 2 250 746, 95 reais. Depois de todos os prejuízos serem estimados, a Advocacia-Geral da União vai ajuizar ação de cobrança para ressarcimento aos cofres públicos contra as centrais sindicais que convocaram a manifestação.

Dos prejuízos informados até o momento, o maior foi no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: 1 105 057,90 reais. O motivo foi o incêndio no salão de atos e na portaria privativa do ministro. “Foram perdidos móveis, quadros com fotos de ex-ministros, quebrados vidros do prédio, computadores e queimadas cortinas. O fogo, alimentado pelos tapumes de madeira, foi controlado pela Brigada de Incêndio do ministério, pois os bombeiros foram impedidos de chegar até as chamas. O local está sendo periciado. Hoje estava programada reunião para o auditório do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA) e foi cancelada”, informou a assessoria de imprensa.

O segundo maior foi no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que divide um prédio com o Ministério da Integração Nacional. São 522.599,04 reais, conforme a assessoria de imprensa do órgão: “A fachada do prédio foi danificada obrigando a substituição e a colocação de 450m² de vidro. Houve um início de incêndio com a queima de diversas mobílias e equipamentos da sala. Dezenas de computadores e equipamentos eletrônicos foram furtados e danificados, bem como documentos. Também houve avaria no posto de posto de atendimento do Banco do Brasil, que funciona no saguão do edifício”.

O Ministério do Planejamento apresentou uma planilha com custos estimados em 330 979,31 reais para recuperar janelas com película, persianas, divisórias, mobiliário, ar-condicionado, computadores, forro, pintura, elevador, espelhos e contêineres. O ministério não considerou nesta conta bens de servidores que estavam nas salas depredadas, tampouco equipamentos eletrônicos com possível dano interno.

No Ministério da Cultura, o prejuízo só será calculado depois de concluída a perícia da Polícia Federal. O Ministério do Meio Ambiente, que divide o mesmo edifício, estimou em cerca de 230 000 os custos de reparo. O prédio foi apedrejado e incendiado, conforme mostram imagens obtidas por VEJA.

O Ministério da Educação vai gastar 43.119,70 reais para recuperar as vidraças e remover pichações.

No Ministério de Minas e Energia, que divide o edifício com o Turismo, o prejuízo foi de 19 000 reais, em vidraças, persianas, computador, condensador de ar e placas de sinalização.

O Ministério do Desenvolvimento e Indústria informou que vidros de uma das portarias foram quebrados, mas não levantou o custo de reposição. O Ministério da Fazenda afirmou que vidros das portarias de dois blocos foram danificados, mas ainda não tinha estimativa do valor de reparo. (Veja cenas na Veja).

2 comentários:

César de Castro Silva disse...

O governo deve ser implacável com os organizadores da baderna e cobrar até o último centavo de prejuízo.Lembro que no programa eleitoral do seu partido, no dia 23, a ex-deputada Luciana Genro disse em alto e bom som, em rede de TV nacional, que iriam atacar Brasília no dia 24.Ela deve ser uma das responsabilizadas por insuflar a massa destruidora.

Anônimo disse...

A AGU diz que cobrará dos promotores e tem de ser assim: quebrou de propósito, pagou!
Isso são as esquerdas que querem fazer do Brasil a Venezuela II, já com 57 mortos pelos colectivos nas manifestações diarias!
Provaram o veneno marxista, agora estão presos no anzol; no caso deles é difícil sair desse rôlo pois o Exército venezuelano está sob comando cubano!
Isso é que os psicopatas do PT queriam implantar no Brasil, mas o povo daqui está atento!