terça-feira, 20 de junho de 2017

Fachin retira de Moro três processos contra Lula, o Grande Impune.

Os processos seguem, agora, para a Justiça Federal em Brasília. Um deles trata das tramoias de Lula em Angola. A defesa do tiranete deve festejar hoje à noite. Digo apenas o seguinte: enquanto o sujeito que desgraçou o país não for condenado, não se pode falar em pleno funcionamento da Justiça:


O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tirou do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, três casos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que tiveram origem nas delações premiadas de executivos e ex-funcionários da Odebrecht.

Um diz respeito ao suposto tráfico de influência do ex-presidente, que em troca de vantagens indevidas teria atuado em favor da empresa em negociações referentes a Angola, mesmo que em prejuízo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O pedido de investigação sobre o assunto teve origem nos depoimentos de Emílio Odebrecht e Marcelo Bahia Odebrecht, controladores do grupo, e de mais três ex-funcionários da empresa.

Fachin determinou a remessa das provas referentes a esse caso para a Justiça Federal do Distrito Federal, por se tratarem “de fatos que supostamente se passaram na capital da República”, escreveu o ministro no despacho divulgado nesta terça-feira (20).

“Assim, do cotejo das razões recursais com os depoimentos prestados pelos colaboradores não constato, realmente, relação dos fatos com a operação de repercussão nacional que tramita perante a Seção Judiciária do Paraná”, escreveu Fachin. O ministro acatou um recurso da defesa.

Outro caso trata da suposta atuação de Lula e também da ex-presidente Dilma Rousseff em favor da liberação de recursos do BNDES para a construção das Usinas Hidrelétricas de Jirau e de Santo Antônio, ambas em Rondônia. Eles também teriam agido para acelerar licenças ambientais, segundo o depoimento de Emílio Odebrecht e de Henrique Serrano de Prado, ex-executivo da área de energia. A investigação foi remetida por Fachin também ao Distrito Federal.

Um terceiro caso trata do suposto pagamento de uma mesada pela Odebrecht a José Ferreira da Silva, o Frei Chico, líder sindical e irmão de Lula, segundo relatos dos ex-executivos da empresa Hilberto Mascarenhas Filho e Alexandrino Alencar. Os repasses seriam feitos como um modo de prestigiar o ex-presidente, declararam os colaboradores. Fachin determinou que a investigação sobre o assunto seja remetida à Justiça Federal de São Paulo, também a pedido da defesa de Lula.

Nas três situações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a retirada dos processos de Moro, alegando que guardam relação com as investigações da Lava Jato conduzidas no Paraná.

À época em que os casos foram remetidos a Sérgio Moro, no início de abril, o ex-presidente Lula negou qualquer ilegalidade, afirmando que as acusações eram “frívolas” e “sem nenhuma materialidade”. (Veja.com).

2 comentários:

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Não tem como não se mostrar indignado. Não é à toa que o país se encontra (e há muito tempo) nessa merda.Após o aparelhamento total do Estado por parte das hordas lulopetistas, após a ruína moral de nossos agentes políticos e públicos, após a omissão e conivência de um povo que, em grande parcela, só enxerga o Estado provedor, vamos nos identificando cada vez mais com a vanguarda do atraso.
Não esquecendo nunca que o Estado é e continuará sendo um excelente provedor da elite econômica(os amigos, claro), do estamento burocrático-principalmente o poder Judiciário. Aos demais mortais, resta as leis(nem sempre justas) e a mão pesada dos tributos e onerações.

Anônimo disse...

A Heresia da Libertação, conhecida erradamente como Teologia da Libertação-TL, com seus comunistas padrecos infiltrados na Igreja foram dos grandes responsaveis pelos comunistas no poder + grandes seitas protestantes que não aguentam ficar sem o $enhor deu$ dinheiro, refugio seguro de vida man$a!