domingo, 23 de julho de 2017

Lula e bandidos à solta, tudo a ver.

Compartilho a indignação de Percival Puggina em relação ao comportamento de certas ongs defensoras de bandidos, que cresceram sob os governos petistas. "Durante 13 anos de governo petista" - escreve o articulista -, "essa estratégia foi determinante da crise que nos levou à condição de 11° país mais inseguro do mundo, com o maior número de homicídios e 19 das 50 cidades mais violentas do planeta. Por enquanto. O fim da era Lula é o fim desse macabro programa":


Se você ainda não ouviu falar em desencarceramento, prepare seus olhos, ouvidos, nariz e garganta para o que vem por aí.

Nada disso é recente, tudo está entre as causas da nossa insegurança e precisa de Lula em liberdade para que o processo se complete. Lula atrás das grades sinaliza o capítulo final de uma era na política brasileira, encerrando muitas carreiras, idéias e militâncias impulsionadas pela energia que dele emanava.

Desencarcerar? Soltar presos? Polícia prende, justiça solta? Agenda pelo desencarceramento? Que diabos é isso? Os promotores de Justiça do MP/RS, Diego Pessi e Leonardo Giardin de Souza, abriram a janela sobre o tema. Ambos são autores do livro “Bandidolatria e Democídio, ensaio sobre garantismo penal e criminalidade no Brasil”. Em recente artigo, chamam a atenção para a existência de uma tal “Rede Justiça Criminal, ente fantasmagórico que diz reunir oito ONGs preocupadas com o sistema criminal brasileiro (prisaonaoejustiça.org). Dentre as reivindicações da abnegada militância, destaca-se a inarredável proibição de prender, pois cadeias superlotadas geram “mais violência”, sendo necessário apostar em mecanismos que dificultem a prisão ou induzam a soltura de criminosos”. Tudo que você quer, não é mesmo, leitor?

Em novembro de 2013, essa rede criou uma Agenda pelo Desencarceramento. Seus autores consideram “chegada a hora de reverter a histórica violência do país contra as pessoas mais pobres e, com seriedade, fortalecer a construção de um caminho voltado ao horizonte de uma sociedade sem opressões e sem cárceres”. Para isso, pontuam as seguintes metas:
• suspensão de qualquer investimento em construção de novas unidades prisionais;• restrição máxima das prisões cautelares, redução de penas e descriminalização de condutas, em especial aquelas relacionadas à política de drogas;• ampliação das garantias da execução penal e abertura do cárcere para a sociedade;• vedação absoluta da privatização do sistema prisional;– Combate à tortura, desmilitarização das polícias e da gestão pública.
Enquanto os brasileiros convivem com níveis de violência e insegurança superiores aos de regiões em guerra, influentes organizações assombram a sociedade com tais propostas. Por quê? Marxismo em grau máximo.

Para ideologias coletivistas, o indivíduo é um anacoluto, uma inconsistência na gramática marxista, onde somente o coletivo tem importância. O indivíduo é descartável por ser portador de interesses conflitantes com os do coletivo onde deveria estar inserido. Por isso, a Sibéria, os gulags, as clínicas psiquiátricas. Por isso, para a turma do desencarceramento, violência não é praticada por quem está nas ruas roubando, matando, estuprando, apavorando a sociedade; violenta é a sociedade que encarcera aqueles a quem, antes, “excluiu”. O criminoso seria produto geneticamente inevitável dessa sociedade que só será curada pelo mergulho no socialismo (é assim que eles chamam o comunismo). De modo simétrico, está tudo na Teologia da Libertação, absolvendo, o pecado individual em nome de um impessoal e coletivo pecado social que só se redime com os “oprimidos, conscientizados, lutando por sua libertação”.

Cansei de escrever e dizer que era exatamente isso que estava por trás da leniência da legislação, da falta de investimentos no sistema prisional, da inoperância do Fundo Penitenciário Nacional; que era exatamente isso que promovia a superlotação e a gritaria dos militantes de direitos humanos ante o desejado produto de sua estratégia: solta todo mundo que assim não dá.

Agora, tanto o método quanto a finalidade estão muito claros, com agenda redigida por seus articuladores, que, obviamente, permanecem à sombra de suas ONGs. Durante 13 anos de governo petista, essa estratégia foi determinante da crise que nos levou à condição de 11° país mais inseguro do mundo, com o maior número de homicídios e 19 das 50 cidades mais violentas do planeta. Por enquanto. O fim da era Lula é o fim desse macabro programa.

5 comentários:

SHAMI disse...

QUO VADIS
aLÔ PROFESSOR..
Lá em post de 19:41 temos uma "correção".
NÃO SÃO palestras de 2.000 dólares e sim 200/300 MIL DÓLARES.


Anônimo disse...

Gostei de termos, bandiolatria = que é culto à bandidagem e democidio = matança e acuamento do povo, preso em suas casas, escravo do governo!
ENQUANTO ISSO, OS BURGUESES E CAPITALISTAS COMUNISTAS NUMA BOA, NOS RESORTS E SUPER CONDOMINIOS, AH, TÁ!
Tudo que o constante que anotou no post, mas acrescentando que os regimes comunistas querem manter as pessoas miseraveis e à mercê dos impostores colectivos, como na Venezuelanarquia, onde a "ordem" é determinada pelos tarados do partido comunista!
EM 2018, PONHAMOS PARA FORA TODOS OS BLACK BLOCS CÃODIDATOS COMUNISTAS E APOIADORES!

Anônimo disse...

Jararaca e a Ratazana: a dupla de assaltantes dos cofres públicos, como todos os espertalhões comunistas, larapios de gabarito!

Anônimo disse...

Prefiro ser um anacoluto a ser um anacronismo como esses cocomunistas com a cabeça cheia de - o nome já diz.

Zezito disse...

CADÊ AS FORÇAS ARMADAS??? Prefiro um governo militar sério do que pagar 3,6 bilhões para uma "democracia" desses vagabundos! FECHEM A CÂMARA E O SENADO QUE SÓ PREJUDICAM O BRASIL. SOOOOOCOOOOORRROOOOOO!