terça-feira, 31 de julho de 2018

Mourão, Janaína, o príncipe, o astronauta...Quem vai ser o vice de Bolsonaro?

PRTB de Levy Fidelix oferece ao candidato do PSL o nome do general Mourão para compor chapa presidencial. Mas outros nomes seguem no páreo. Escolhido será anunciado no domingo. Reportagem da Gazeta do Povo:


A novela para a escolha do candidato a vice na chapa presidencial de Jair Bolsonaro (PSL) ganhou dois novos capítulos. A advogada Janaina Paschoal voltou a ser seriamente cotada para o posto, e o PRTB ofereceu o nome do general Hamilton Mourão, que já vinha circulando entre bolsonaristas.

Janaína, co-autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff em 2016, era nome quase certo para a vice. Agregaria o fato de ser mulher, quando o eleitorado feminino é aquele no qual Bolsonaro tem pior desempenho – pesquisas qualitativas o associam a misoginia, além da homofobia e do racismo, nódoas que o deputado rejeita.

Durante a convenção do PSL que sacramentou Bolsonaro no dia 22, contudo, Janaina fez um discurso por assim dizer relativista, comparando o furor militante de seguidores do deputado ao petismo. Além disso, sugeriu que aborto é uma questão de saúde pública, o que soa como pecado nas hostes do PSL.

Ela conversou por pouco menos de duas horas com Bolsonaro na noite de segunda-feira (30), antes da participação do deputado no programa Roda Viva. Segundo interlocutores do candidato, arestas foram aparadas e a situação avançou. Faltaria apenas o OK da advogada, que ainda alega questões familiares para aceitar a tarefa.

Levy apresenta solução

No meio tempo, segundo a reportagem apurou, o manda-chuva do nanico PRTB, Levy Fidelix, conversou com o PSL nesta terça-feira (31) e disse que está disposto a abrir mão de sua tradicional candidatura presidencial em favor de Bolsonaro.

Ofereceu o nome do general Mourão, na reserva desde o começo do ano e autor de várias polêmicas ao defender intervenção militar, por exemplo. Oficial de quatro estrelas, ele é visto como bastante influente em alguns setores do Exército e hoje preside o Clube Militar.

Seu nome já era citado por Bolsonaro como opção, mas, a exemplo do que ocorreu com seu preferido para a vice, também general da reserva Augusto Heleno (PRP), ninguém havia conversado com os líderes partidários. Agora a opção está colocada.

Um óbice pode ser uma entrevista recente de Mourão na qual o general considerava “meio boçal” o radicalismo de alguns apoiadores de Bolsonaro. Isso repercutiu mal na campanha do deputado, mas o fato de que está difícil achar um vice pode redundar numa vista grossa à avaliação.

Tempo de TV

Mourão traz consigo a vantagem de adicionar talvez 3 segundos aos 8 segundos que Bolsonaro terá em cada bloco de 25 minutos do horário eleitoral, além de sete inserções de 30 segundos durante a campanha.

Continuam no páreo, agora com menos chances aparentes, o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, da Casa Imperial destronada em 1889 pelos militares, e Marcos Pontes, primeiro e único astronauta brasileiro, que voou ao espaço em 2006 numa carona de US$ 10 milhões paga pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Ainda corre por fora o nome do deputado federal Marcelo Álvaro Antônio(PSL-MG). A decisão deverá ser tomada até domingo e anunciada na convenção estadual do PSL em São Paulo. O partido lançará Major Olímpio, líder próximo de Bolsonaro, ao Senado.

5 comentários:

Anônimo disse...

Janaína seria um erro, não que os outros sejam melhores. O fato de Bolsonaro não conquistar o tal voto feminino é por conta de que no mundo todo mulheres tendem a votar em programas de esquerda e no Estado intervencionista com programas de assistencialismo.

Anônimo disse...

O comentarista de cima acertou no quesito de mulheres solteiras e sem maridos, principalmente as mais pobres, por causa do BOLSO-COMPRA-VOTOS que recebem!
Mas que o Gal Mourão, 100% conhecedor do esquema do MARXISMO CULTURAL dos POLITICAMENTE CORRETOS é fato, e super conferencista dos militares nesse assunto!
Já li suas conferencias, ótimo mesmo, é o ideal para vice, que seja escolhido!

Alexandre Sampaio disse...

Achoa interessante a preocupação da "mérdia" com o vice de Bolsonaro. Nenhum outro candidato decidiu quem irá compor a chapa, mas a esquerdalha que compõe a "mérdia" nacional, não se preocupa com isso. O desespero dessa corja é visível. A temporada de caça a Jair Bolsonaro era esperada. E a tendência é piorar. Espero que o PSL e o candidato escolham o Gal. Mourão. Para que essa corja vermelha entenda que, se resolverem derrubar o "capitão" da presidência, assumirá o "general".

Anônimo disse...

Prezado Tambosi,

sou mulher e totalmente contra Janaína Pascoal como vice-presidente!
Ela discorda de pontos cruciais da campanha de Bolsonaro: diminuição da maioridade penal e o fim das cotas nas escolas e universidades.
Ela trará muita desarmonia e problemas a ele. Tem desejo de poder. Não compreende o lugar de um vice-presidente: aliado do presidente para absolutamente tudo que o grupo deseje construir! Tem que falar em uníssono. Buscar as mesmas conquistas. Vide Trump e Mike Pence.

Deveria ter defendido nosso país impedindo que Lewandowski partisse nossa constituição ao meio e mantivesse direitos para Dilma Roussef e não o fez.

Pena que o Gen Heleno não foi liberado para o cargo, mas poderá ser o Ministro da Defesa.

Desejo muito que seja o Gen Mourão. Homem íntegro e que fala a mesma língua.

O Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança poderia ser nosso Ministro da Educação! Homem íntegro e culto, patriota que traria a boa educação de volta, seguindo os exemplos de Dom Pedro.

Janaína Pascoal deveria concorrer à Deputada Federal por São Paulo e propor boas leis.

Abraço fraterno,
Flor Lilás

Anônimo disse...

Tiro certeiro.Acaba de vez a pretensão da esquerdalha de retomar o poder.O melhor caminho a ser tomado.Janaina é uma ótima advogada,mas é tucana das bem bicudas e com ela de vice,Bolsonaro dá um tiro no pé,mas BOLSONITRO é artilheiro e vai liquidar a fatura com o General Mourão ao seu lado na presidencia.Maravilha.É o fim do comunismo no Brasil,talvez na América.
São militares,falam a mesma lingua e são patriotas.Será o primeiro passo no sentido de devolver o Brasil aos brasileiros.
Ad sumus.