sexta-feira, 27 de julho de 2018

Teologia da libertação, marxismo e messianismo político.

Do professor e articulista Ricardo Vélez-Rodríguez, em seu blog O Rocinante:


A contribuição do Dr. Fernando Flora à análise crítica do lulopetismo na obra O sujeito oculto (São Paulo: Editora Arvore da Vida, 2015, 96 p.) que tive a honra de prefaciar, é de capital importância nos tempos de messianismo político que vivemos. Lembremos que o PT teve dois pais: o movimento sindical e a “esquerdigreja”, denominação dada, com muito acerto, pelo embaixador Meira Penna, a essa vigarice que tomou conta da Igreja Católica no Brasil ao longo das décadas de 70 e 80 do século passado, denominada de “teologia da libertação”, uma aproximação entre cristianismo e marxismo, da qual saíram chamuscados, certamente, os católicos. Os fiéis viram transformadas as missas em assembleias sindicais. E a fé foi para o brejo nesse tumulto de ideias que os marxistas habilmente introduziram nas pregações dos padres ligados à tal teologia. (Continua).

2 comentários:

Anônimo disse...

Faltou o terceiro pai (?!), os anistiados que tiveram experiências diversas mas voltaram com a mesma cabecinha oca, ou entulhada de submarxismo.

Anônimo disse...

Não me canso de citar Léon Bloy: le catholicisme de gauche est un protestantisme de merde.