<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319</id><updated>2009-11-08T09:18:51.971-02:00</updated><title type='text'>BLOG DO ORLANDO TAMBOSI</title><subtitle type='html'>Iconoclástico, anti-ideológico e politicamente incorreto.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4920</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-597600145796319308</id><published>2009-11-07T19:34:00.003-02:00</published><updated>2009-11-07T19:48:26.030-02:00</updated><title type='text'>Ditadura castrista prende blogueira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Yoani Sánchez, do blog Generación Y (links), foi detida pela polícia política da mais antiga tirania das Américas. Se antes a ditadura parecia tolerá-la, agora ficou claro que o rebotalho do socialismo não tolera críticas, como sempre demonstrou ao prender jornalistas e escritores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sorte de Yoani ter ligações internacionais. Talvez não passe pelo que passaram os prisioneiros dos irmãos Castro, que morreram no cárcere. (Leia &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/11/07/blogueira-cubana-detida-agredida-por-agentes-de-seguranca-914653127.asp"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-597600145796319308?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/597600145796319308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=597600145796319308&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/597600145796319308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/597600145796319308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/ditadura-castrista-prende-blogueira.html' title='Ditadura castrista prende blogueira'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-8981763500041254789</id><published>2009-11-07T15:06:00.004-02:00</published><updated>2009-11-07T15:22:10.129-02:00</updated><title type='text'>A revolução sem sangue</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As revoluções sempre foram sangrentas e pouco geraram além de ditaduras. A exceção foi a revolução que desmantelou o socialismo, a partir da derrubada do muro de Berlim. Ela trouxe liberdade, ao invés de opressão. Abaixo, a reportagem publicada na &lt;em&gt;Veja &lt;/em&gt;desta semana, que surrupiei quase na íntegra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A revolução que salvou o mundo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Há vinte anos, os alemães-orientais derrubaram o Muro de Berlim, libertando-se de quatro décadas de totalitarismo e enterrando parasempre a experiência comunista. Os efeitos do regime falido são sentidos até hoje na antiga Alemanha Oriental, mas prevê-se queem dez anos não haverá diferenças no país reunificado&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Diogo Schelp, de Berlim&lt;br /&gt;Em Berlim, para lembrar é preciso olhar para baixo. As cicatrizes estão marcadas no chão da capital da Alemanha. Discreta, quase imperceptível, uma estreita faixa de paralelepípedos corta uma avenida de asfalto impecável, invade a calçada e desaparece sob a parede de um moderníssimo prédio. Em outros trechos, a menção ao símbolo maior da Guerra Fria traz uma mensagem mais direta: placas de metal encravadas no solo com a inscrição "Muro de Berlim – 1961-1989" informam que por ali passava a barreira que dividiu a Alemanha, a Europa, a Terra. A queda do muro, em 9 de novembro de 1989, foi um desses eventos raros em que a ruptura com o passado é tão brusca que uma única data marca o início de uma nova era. O efeito mais óbvio daquela noite de outono berlinense, em que os alemães-orientais forçaram a abertura das fronteiras para o oeste, foi dar um fim ao conflito entre Estados Unidos e aliados no mundo civilizado e União Soviética. A Guerra Fria, como se chamava esse conflito, se não resultou em embate direto entre as duas superpotências nucleares, por causa do risco de aniquilamento total, configurou o planeta em metades capitalista e comunista que descarregavam a tensão permanente em guerras localizadas, como a da Coreia e a do Vietnã. Com a queda do muro, a Alemanha voltou a ser uma só nação e ficou evidente quem eram os vencedores: o capitalismo, a democracia, a liberdade. O ano de 1989 representou, assim, o fim da história para o comunismo, um regime que, nos países em que se instalou à força de baionetas, ceifou 100 milhões de vidas e eliminou o horizonte de progresso material e espiritual de quem estava sob seus tacões. Nos dois anos seguintes, o império soviético esfacelou-se por completo. Hoje, o sistema que o engendrou sobrevive como curiosidade quase que zoológica apenas numa ilha do Caribe e na metade de uma península asiática. Até a poderosa China, nominalmente comunista, aderiu ao capitalismo, embora esteja a milhões de anos-luz de ser democrática.&lt;br /&gt;Evidentemente, não foi preciso esperar até 1989 para constatar o fracasso do socialismo. A própria construção do Muro de Berlim, iniciada em 13 de agosto de 1961, foi motivada pela incapacidade do sistema de cumprir as promessas de uma vida melhor à população. Até aquela data, 3 milhões de pessoas haviam fugido da Alemanha Oriental para a Ocidental. "Para evitar o colapso do país por falta de gente, o regime comunista precisou prender os seus cidadãos, e não havia maneira mais barata de fazer isso do que construir um muro", diz o historiador inglês Frederick Taylor, autor de Muro de Berlim – Um Mundo Dividido – 1961-1989. Na órbita soviética, cultivava-se a ideia de que, como os alemães eram um povo eficiente, seriam capazes de fazer o socialismo funcionar e, assim, transformar o seu país numa vitrine do sistema. De fato, os alemães-orientais eram mais eficientes do que os seus companheiros do Leste Europeu. Tanto que exacerbaram, mais do que em qualquer outra latitude, o único atributo comunista: o total controle do estado sobre os cidadãos. Controle este que se estendia aos intestinos das crianças. Na pré-escola, todas eram obrigadas a ir ao banheiro na mesma hora.&lt;br /&gt;Não havia uma Polônia Ocidental ou uma Hungria Ocidental, mas havia uma Alemanha Ocidental. Para além de se haver com a total irracionalidade de um sistema que havia banido a propriedade privada e a liberdade de opinião e associação, a República Democrática Alemã (RDA), como era chamada oficialmente a Alemanha Oriental, tinha de se confrontar com a laboriosidade dos alemães-ocidentais, que, dos escombros da II Guerra, construíram uma das nações capitalistas mais pujantes do planeta. No fim da década de 70, os dirigentes da Alemanha Oriental admitiram, para sua vergonha, que o desenvolvimento tecnológico da RDA estava duas décadas atrasado em comparação ao da República Federal da Alemanha (RFA). Provavelmente o abismo era ainda maior, e ele só fez aumentar com o passar do tempo. Em Berlim Oriental, a paisagem urbana era dominada por Trabants, um modelo de carro da década de 50 produzido na RDA. Enquanto no Ocidente a indústria automobilística equipava os veículos com acessórios eletrônicos cada vez mais modernos, o Trabant funcionava com um motor de dois tempos. Para comprar um, era preciso colocar o nome numa lista e esperar quinze anos. "Como resultado, um Trabant usado era mais caro do que um novo", diz o historiador berlinense Hanno Hochmuth. Uma contradição mais do que dialética.&lt;br /&gt;A baixíssima produtividade da indústria da RDA é considerada um dos principais fatores que levaram à queda do muro. Não havia imprensa livre no país, mas não era preciso recorrer aos jornais para verificar o desastre econômico. As fábricas obsoletas, muitas das quais com equipamentos da década de 30, ora não contavam com peças de reposição para as máquinas, ora ficavam sem matéria-prima para produzir. A oferta de produtos era muito limitada. Café e banana, por exemplo, eram artigos de luxo. Como em outros países comunistas, as pessoas acostumaram-se a sair de casa sempre munidas de sacolas. Se encontrassem uma fila na porta de uma loja, entravam, mesmo sem saber o que estava à venda.&lt;br /&gt;A falta de produção e, consequentemente, de recursos explica em parte por que a RDA gostava tanto de fazer presos políticos. A liberdade de cada um deles podia ser vendida por até 100 000 marcos ao governo da Alemanha Ocidental, o equivalente hoje a 50 000 euros. Entre 1963 e 1989, 3,5 bilhões de marcos ocidentais foram parar nos cofres do regime comunista por causa desse tipo de sequestro oficial. O principal objetivo do estado policial da Alemanha comunista, no entanto, era manter a submissão ideológica de seus cidadãos. Nisso, a eficiência também era germânica. A Stasi, corruptela em alemão para Segurança de Estado, era um ministério que abarcava inúmeras funções de repressão, desde a espionagem internacional e doméstica até a investigação criminal. Seus mais de 90 000 funcionários diretos e 180 000 informantes vasculharam em detalhes a vida de um em cada três habitantes da Alemanha Oriental. "Não dava para saber em quem confiar, pois houve casos de dedos-duros entre casais, irmãos e até pais e filhos", diz o historiador Bernd Floriath, pesquisador da repartição pública que administra os arquivos da Stasi. "Na minha ficha, por exemplo, descobri que minha vizinha contava até o número de garrafas de vinho da minha lata de lixo." Uma questão incômoda na Alemanha atualmente é se pessoas que espionaram para a Stasi no passado podem ocupar cargos públicos de destaque. Muitos ex-colaboradores da repressão comunista estão hoje ascendendo na política. A maioria é filiada ao partido Die Linke (A Esquerda), um herdeiro do Partido Comunista da RDA cuja representação no Parlamento alemão aumentou em 30% após as eleições deste ano. A chanceler Angela Merkel é um dos poucos políticos oriundos da Alemanha Oriental sem um passado a esconder.&lt;br /&gt;As informações recolhidas pela Stasi eram usadas para punir os cidadãos que não se mostrassem "bons comunistas". Função semelhante tinham as diversas organizações militares ou paramilitares da RDA. "A militarização da sociedade tinha como objetivo quebrar a vontade própria do indivíduo e começava já no jardim de infância", diz Tom Sello, um dos 3 000 alemães-orientais que se arriscaram a fazer oposição na Alemanha Oriental. Entre outras atividades, as crianças tinham de fazer simulações de manobras contra hipotéticas invasões capitalistas. Na adolescência, os alunos eram pressionados a aderir à Juventude Livre Alemã, uma organização paramilitar que tinha entre suas atividades quebrar as antenas de TV dos moradores que assistiam aos canais ocidentais. Impedidos de viajar, era assim que os cidadãos sob o regime comunista verificavam que a vida do outro lado era muito melhor. A região de Dresden, onde as características topográficas dificultavam a captação de sinais de TV do Ocidente, era chamada de Vale dos Inocentes.&lt;br /&gt;Muro derrubado, a Alemanha voltou a ser um só país em 1990. Até agora, o custo da reunificação já bateu em 1,5 trilhão de euros. No início, o processo produziu uma espécie de milagre alquímico: os alemães-orientais puderam trocar seu dinheiro por marcos alemães-ocidentais, então uma das moedas mais fortes do mundo, na proporção de 1 para 1. No mercado negro a proporção era de 1 para 5. Quase vinte anos depois, os efeitos são vistosos na infraestrutura. A porção oriental de Berlim reluz como a parte ocidental e as rodovias no antigo território oriental são melhores do que as do resto da Alemanha. Mas os problemas permanecem, se não insuperáveis, bastante grandes. Os subsídios governamentais atraíram empresas para o leste, mas não na proporção necessária para empregar todos os trabalhadores. Além disso, os sindicatos alemães não aceitaram que os salários fossem mais baixos nos estados que compunham a Alemanha Oriental, o que seria natural dada a menor qualificação dos trabalhadores de lá. Desse modo, as empresas em busca de mão de obra mais barata preferiram instalar-se, em sua maioria, nas outras ex-repúblicas comunistas – que adoraram, é claro, receber o investimento.&lt;br /&gt;O corolário do sindicalismo míope é que o desemprego entre os alemães-orientais é o dobro do registrado no restante da Alemanha e, nos últimos vinte anos, a migração para a parte ocidental fez a região perder 8% de sua população. Um passeio a pé por Halle, uma importante cidade industrial nos tempos da RDA, deixa claro o perfil dos que saem do leste: há poucas mulheres jovens nas ruas. Uma em cada cinco residências de Halle está abandonada, e o governo chegou a demolir modernos conjuntos habitacionais cons-truídos após a reunificação, por falta de gente para morar. "O erro maior é acreditar que os problemas econômicos e demográficos são culpa da reunificação ou da transição para o capitalismo", diz Udo Ludwig, do Instituto de Pesquisas Econômicas de Halle. "Na verdade, tudo isso ainda é efeito das décadas em que estivemos apartados do resto da Alemanha." É como um braço amputado: depois de reimplantado, custa a fun-cionar normalmente.&lt;br /&gt;A Alemanha Ocidental tornou-se uma potência exportadora nos anos 50 e 60, quando tinha pouca concorrência internacional. Já a Alemanha Oriental fez a transição para a economia de mercado em um momento em que a disputa é bem mais acirrada: além de todo o Leste Europeu, há a China, o novo chão de fábrica do mundo. Pouco a pouco, no entanto, a diferença entre os alemães está diminuindo. O PIB per capita no leste da Alemanha é de 75% da média nacional. "Os alemães-orientais devem alcançar a proporção de 85% em dez anos", diz Wolfgang Tiefensee, até o mês passado titular do Ministério para a Reconstrução do Leste. Desde 2005, as ofertas de emprego na região aumentaram. E mesmo os que não têm trabalho vivem melhor com a renda do seguro-desemprego do que há vinte anos sob o comunismo. Como explicar, então, a onda de "ostalgia" (neologismo que une as palavras ost, leste em alemão, e nostalgia)? "A questão é que centenas de milhares de pessoas perderam a posição de destaque que tinham na RDA e hoje têm de se contentar com atividades de status mais baixo", diz Rainer Eckert, diretor do Fórum de História Contemporânea de Leipzig.&lt;br /&gt;Como não poderia deixar de ser, a reunificação alçou a Alemanha a um novo patamar de liderança externa e a queda do muro deu impulso à União Europeia. "A UE expandiu-se rapidamente para o leste, onde se mostra fundamental para melhorar a gestão pública e manter a estabilidade", diz o historiador inglês Tony Judt, especialista em Europa. O fim do comunismo, representado pela derrubada do muro, também propiciou a aceleração do processo de globalização econômica e o enfraquecimento das visões estatizantes em países como o Brasil e a Índia, hoje duas potências emergentes. Há vinte anos, porém, a primeira-ministra inglesa Margaret Thatcher e o presidente francês François Mitterrand tinham calafrios ao imaginar a possibilidade da reunificação do país. "Gosto tanto da Alemanha que prefiro duas", dizia Mitterrand. Recentemente, a divulgação de gravações feitas pelos russos revelou que Thatcher chegou a pedir ao líder soviético Mikhail Gorbachev que impedisse a reunificação. Em 1990, Thatcher disse a Gorbachev: "Toda a Europa está assistindo a tudo isso não sem uma dose de temor, lembrando muito bem quem começou as duas guerras mundiais". Lothar de Maizière, o último governante da RDA, diz que foi o chanceler da Alemanha Ocidental, Helmut Kohl, quem conseguiu convencer Mitterrand de que não era preciso se preocupar com as ambições da Alemanha. Thatcher era mais resistente. "Eu próprio tentei tranquilizá-la, dizendo que ninguém na Alemanha pensava em fazer reivindicações de território ou colocar em dúvida as fronteiras existentes", conta De Maizière.&lt;br /&gt;As preocupações de Thatcher eram perfeitamente justificadas para alguém que conheceu as agruras da II Guerra e se criou politicamente no período de tensões da Guerra Fria. Para não causar mais problemas, a Alemanha derrotada em 1945 emergiu do conflito partilhada pelas forças de ocupação. Foram criados um setor americano, um francês, um inglês e um soviético. Esse padrão se repetiu na capital, Berlim, encravada no coração do território alemão sob influência soviética. Em 1949, a Alemanha foi dividida em dois estados, um comunista e um capitalista. Nesse contexto, Berlim tornou-se o palco de alguns dos momentos mais críticos da Guerra Fria. Em 1948, Stalin, que queria Berlim inteira para si, ordenou um bloqueio à parte ocidental – furado por uma ponte aérea organizada pelos americanos. Ninguém resumiu tão bem o significado de Berlim como centro de resistência ao totalitarismo comunista quanto o presidente americano John Kennedy, em visita à cidade, em 1963. Em discurso aos moradores da parte ocidental, ele disse: "Todos os homens livres, onde quer que vivam, são cidadãos de Berlim. E é assim, como um homem livre, que me orgulho dessas palavras: eu sou berlinense!".&lt;br /&gt;O Muro de Berlim não teria caído em 1989 se não fosse pelo líder soviético Mikhail Gorbachev. "O russo, ele próprio às voltas com reformas na União Soviética, deu espaço às outras repúblicas comunistas do Leste Europeu para experimentarem algum tipo de abertura", diz o americano Michael Meyer, autor do livro 1989 – O Ano que Mudou o Mundo. O presidente americano Ronald Reagan, Thatcher e Kohl souberam aproveitar a disposição de Gorbachev de reduzir as tensões entre os blocos comunista e capitalista, e a nova realidade política foi interpretada da seguinte forma no Leste Europeu: "O líder soviético não está disposto a usar a força para salvar o comunismo". Em maio de 1989, Miklós Németh, o primeiro-ministro reformista da Hungria, mandou desativar a cerca elétrica na fronteira de seu país com a Áustria. Estava aberta a primeira brecha na Cortina de Ferro. Atropelado pelas reformas iniciadas nos países vizinhos e pela crescente onda de protestos, o governo da RDA ensaiou uma tímida lei que permitiria aos cidadãos viajar ao exterior. No dia 9 de novembro, ao final de uma entrevista coletiva com jornalistas ocidentais, o porta-voz do regime Gunter Schabowski comentou as novas regras para viagens. "Quando isso entra em vigor?", perguntou um jornalista. "Imediatamente", respondeu Schabowski, um pouco confuso.&lt;br /&gt;Na verdade, o plano era que as viagens pudessem ser feitas a partir do dia seguinte e de maneira organizada. Mas, logo nas primeiras horas após a entrevista, uma multidão começou a se aglomerar nos postos de controle do muro e a exigir o direito de passar para o outro lado. Um chefe da guarda acabou cedendo. A festa atravessou a madrugada e continuou no dia seguinte, quando marretas e picaretas começaram a ser empregadas para arrancar os primeiros pedaços do muro. A razão imediata que levou à queda dessa barreira ignóbil foi a mesma que justificou a sua construção: o desejo dos cidadãos de deixar para trás a claustrofobia do regime comunista. Vinte anos após a queda do muro, os pés dos berlinenses ignoram as linhas que sinalizam a localização da barreira da vergonha. Eles cruzam de um lado para outro sem tomar conhecimento da extinta divisão entre leste e oeste. Não podia haver exaltação maior à liberdade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O herói das fugas&lt;br /&gt;A história do muro é a história de Hartmut Richter. Aos 13 anos, ele viu a barreira ser construída. Em 1966, aos 18 anos, foi preso em uma tentativa frustrada de fugir do país pela fronteira da então Checoslováquia com a Áustria. Foi condenado a dez meses de cadeia, cumpriu três por demonstrar arrependimento e, no mesmo ano, fez uma nova fuga. Dessa vez, bem-sucedida: Richter cruzou a nado o canal de Teltow, ao sul de Berlim, em quatro horas, sem ser visto pelos guardas de fronteira, que tinham ordens para atirar. "Eu fugi porque não suportava ter de reiterar o tempo todo a submissão ao estado e à ideologia comunista", diz. Na década de 70, uma anistia permitiu a fugitivos como Richter visitar novamente a RDA. Ele aproveitou a oportunidade para ajudar outros alemães-orientais a fugir. Ao todo, Richter contrabandeou 33 pessoas para o lado ocidental, todas escondidas em seu carro. Em 1975, ele foi pego pela polícia secreta enquanto tentava cruzar a fronteira com a irmã e o cunhado no porta-malas. Durante meses, Richter foi pressionado nas masmorras do regime comunista para entregar o nome de outras pessoas que planejavam escapar para o oeste. "Eu passava várias semanas na solitária e era interrogado quase diariamente", diz Richter. Condenado a quinze anos de cadeia por "tráfico humano", o herói do muro passou cinco anos e sete meses preso até ter sua liberdade comprada pelo governo da Alemanha Ocidental. Ainda hoje, Richter, de 61 anos, comemora o dia de sua fuga pelo canal de Teltow como se fosse seu aniversário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-8981763500041254789?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/8981763500041254789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=8981763500041254789&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/8981763500041254789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/8981763500041254789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/revolucao-sem-sangue.html' title='A revolução sem sangue'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-7013716964297636774</id><published>2009-11-07T15:03:00.001-02:00</published><updated>2009-11-07T15:04:40.767-02:00</updated><title type='text'>Adeus, Dilmona!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvWolSThERI/AAAAAAAAHMc/3sIghjWxxNM/s1600-h/serra.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401408686623101202" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvWolSThERI/AAAAAAAAHMc/3sIghjWxxNM/s400/serra.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-7013716964297636774?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/7013716964297636774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=7013716964297636774&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7013716964297636774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7013716964297636774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/adeus-dilmona.html' title='Adeus, Dilmona!'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvWolSThERI/AAAAAAAAHMc/3sIghjWxxNM/s72-c/serra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-2493980121588534610</id><published>2009-11-07T00:45:00.002-02:00</published><updated>2009-11-07T00:55:19.804-02:00</updated><title type='text'>Medicina ainda fala em raça</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Médicos não são, de fato, cientistas. Podem se dizer cientistas os médicos que se dedicam à pesquisa, gerando novos conhecimentos, e não aqueles que, nos consultórios, apenas receitam remédios, ou os que fazem cirurgias (uma técnica importantíssima, por sinal). Daí não ser estranhável que a medicina brasileira ainda faça referência ao ultrapassado conceito de raça, condenado por geneticistas e até por antropólogos que não afundaram os pés no relativismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sérgio Danilo Pena, que já citei aqui algumas vezes, demonstra em artigo publicado no &lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n2/05.pdf"&gt;Scielo&lt;/a&gt; que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O conceito de ‘raça’ faz parte do arcabouço canônico da medicina, associado à idéia de que cor e/ou ancestralidade biológica são relevantes como indicadores de predisposição a doenças ou de resposta a fármacos. Essa posição decorre de uma visão tipológica de raças humanas. O baixo grau de variabilidade genética e de estruturação da espécie humana é incompatível com a existência de raças como entidades biológicas e indica que considerações de cor e/ou ancestralidade geográfica pouco ou nada contribuem para a prática médica, especialmente no cuidado do paciente individual. Mesmo doenças ditas ‘raciais’, como a anemia falciforme, decorrem de estratégias evolucionárias de populações expostas a agentes infecciosos específicos. Para Paul Gilroy, o conceito social de raça é ‘tóxico’, contamina a sociedade como um todo e tem sido usado para oprimir e fomentar injustiças, mesmo dentro do contexto médico.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Recomendo aos leitores visitarem o blog &lt;a href="http://noracebr.blogspot.com/"&gt;Contra a racialização do Brasil&lt;/a&gt; para acompanhar este tema permanentemente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-2493980121588534610?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/2493980121588534610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=2493980121588534610&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/2493980121588534610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/2493980121588534610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/medicina-ainda-fala-em-raca.html' title='Medicina ainda fala em raça'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-3056153084758786810</id><published>2009-11-07T00:20:00.000-02:00</published><updated>2009-11-07T00:20:00.100-02:00</updated><title type='text'>O casal do continuísmo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvTPa0V0ctI/AAAAAAAAHMU/62dElmqKifw/s1600-h/o+casal.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401169912757777106" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvTPa0V0ctI/AAAAAAAAHMU/62dElmqKifw/s400/o+casal.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-3056153084758786810?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/3056153084758786810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=3056153084758786810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3056153084758786810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3056153084758786810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/o-casal-do-continuismo.html' title='O casal do continuísmo'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvTPa0V0ctI/AAAAAAAAHMU/62dElmqKifw/s72-c/o+casal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-1556480737287564033</id><published>2009-11-06T21:40:00.014-02:00</published><updated>2009-11-07T00:26:09.577-02:00</updated><title type='text'>Arbex, um jornalista que viu tudo e nada aprendeu.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No próximo dia 9 a queda do &lt;strong&gt;muro de Berlim&lt;/strong&gt;, que levou ao fim do comunismo, completará 20 anos. Depoimentos de saudosos aparecem no Grotão lulista. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tomo como exemplo o jornalista José Arbex, que foi correspondente da Folhona em Moscou. Viu as coisas de perto e nada aprendeu. Esteve em Berlim, na queda do muro, e deve ter chorado pela "depredação" de um dos maiores símbolos do socialismo. Em entrevista ao site do Uol, diz que aquilo não era propriamente socialismo, não. O sonho dele, portanto, continua. Demonstra nada ter aprendido das duríssimas lições da história. Aferra-se à ideologia, e ideologia, de fato, emburrece. Arbex tem 52 anos, mas parece tão velho quanto o centenário Oscar Niemeyer. Só poderia, na "velhice", terminar escrevendo para &lt;em&gt;Caros amigos...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vejam a apresentação do Uol:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Arbex, então correspondente da Folha de S. Paulo na União Soviética, acompanhou o antes, o durante e o depois da queda do muro nas ruas de Berlim. Vinte anos após o evento, na avaliação do jornalista, hoje docente no departamento de jornalismo da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), a queda do muro representou o fim do stalinismo, e não do socialismo. Aliás, para Arbex, nunca houve socialismo na Alemanha Oriental, nem na URSS.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Antes da queda do muro, Arbex atuou na imprensa clandestina contra o regime militar e em jornais sindicais. Formado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e doutor em História Social também pela USP, nos primeiros anos após a queda do muro o jornalista trabalhou ainda nas revistas "IstoÉ", "Caros Amigos" e no jornal "O Estado de S. Paulo".&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eis a conclusão do jornalista (aliás, jornalismo é a profissão mais permeável às ideologias) que esteve diante dos fatos e nada viu:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Vinte anos depois, está provado que o capitalismo não oferece mais saída. É um sistema que não é capaz de alimentar os seres humanos, que está falido. Nesse sentido a tarefa hoje está mais fácil. O capitalismo conduz à miséria, fome, degradação ambiental, desemprego, recessão... Uma série de dados nos mostram que o capitalismo está num impasse. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Peguem o saquinho, por favor, e &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/especiais/muro-berlim-20-anos/ultnot/2009/11/05/ult8884u9.jhtm"&gt;leiam o resto&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-1556480737287564033?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/1556480737287564033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=1556480737287564033&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1556480737287564033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1556480737287564033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/arbex-um-jornalista-que-viu-tudo-e-nada.html' title='Arbex, um jornalista que viu tudo e nada aprendeu.'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-1606910272527326723</id><published>2009-11-06T14:09:00.000-02:00</published><updated>2009-11-06T14:11:02.689-02:00</updated><title type='text'>A Saúde sob o lulismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvRKa20LydI/AAAAAAAAHMM/g_88kQXtl84/s1600-h/obras+de+lula.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 256px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401023678375512530" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvRKa20LydI/AAAAAAAAHMM/g_88kQXtl84/s400/obras+de+lula.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-1606910272527326723?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/1606910272527326723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=1606910272527326723&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1606910272527326723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1606910272527326723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/saude-sob-o-lulismo.html' title='A Saúde sob o lulismo'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvRKa20LydI/AAAAAAAAHMM/g_88kQXtl84/s72-c/obras+de+lula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-3303648408911255957</id><published>2009-11-06T10:36:00.004-02:00</published><updated>2009-11-06T10:43:15.198-02:00</updated><title type='text'>Pelegos dos Kirchner bloqueiam jornais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Christina Kirchner está cada vez mais integrada ao fascismo bolivariano. Vejam a última:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Menos de 48 horas antes do início da 65ª assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que começa hoje na capital argentina, as instalações dos jornais Clarín e La Nación foram bloqueadas pelo sindicato dos caminhoneiros, liderado por Pablo Moyano, filho de Hugo Moyano, secretário-geral da Confederação Geral do Trabalho (CGT), organização aliada do governo da presidente Cristina Kirchner.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O bloqueio protagonizado pelos caminhoneiros - que impediram a saída de mais de 700 mil exemplares de jornais e revistas - começou na madrugada da quarta-feira e estendeu-se, com algumas interrupções, ao longo do dia. Não houve intervenção policial para a retirada do bloqueio. (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091106/not_imp462098,0.php"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Continua&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A América Latina continua sendo um celeiro de ditadores. É o continente da estupidez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-3303648408911255957?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/3303648408911255957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=3303648408911255957&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3303648408911255957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3303648408911255957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/pelegos-dos-kirchner-bloqueiam-jornal.html' title='Pelegos dos Kirchner bloqueiam jornais'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-4379105161933996143</id><published>2009-11-05T23:13:00.008-02:00</published><updated>2009-11-06T00:11:44.174-02:00</updated><title type='text'>O retrovisor de Caetano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:verdana;"&gt;Caetano Veloso é um bom poeta da música brasileira, mas, boquirroto, responde a tudo o que lhe for perguntado, da música popular à energia atômica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:verdana;"&gt;Agora demonstra, uma vez mais, que os artistas populares do Grotão se movem, em geral, de acordo com o retrovisor - estão longe de ser, portanto, as tais "antenas da raça", como disse outro ilustre poeta festejado no Grotão lulista-bolivariano e nostálgico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;A dependermos dos artistas populares brasileiros, seríamos Cuba ou Venezuela rapidinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Pois é, "&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,caetano-diz-preferir-marina-e-chama-lula-de-analfabeto,461681,0.htm"&gt;Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo&lt;/a&gt;", diz o baiano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Argh, ser brasileiro é tedioso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-4379105161933996143?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/4379105161933996143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=4379105161933996143&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/4379105161933996143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/4379105161933996143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/o-retrovisor-de-caetano.html' title='O retrovisor de Caetano'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-7043854370541482229</id><published>2009-11-05T21:52:00.008-02:00</published><updated>2009-11-06T10:32:00.248-02:00</updated><title type='text'>O poder da estupidez</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvNqo3KtZAI/AAAAAAAAHME/DE7dTZb2q58/s1600-h/cipolla.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 140px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400777628383536130" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvNqo3KtZAI/AAAAAAAAHME/DE7dTZb2q58/s200/cipolla.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Retorno ao historiador &lt;/span&gt;&lt;a href="http://otambosi.blogspot.com/2009/11/era-da-estupidez.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Marco Cipolla&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, que, nas supostas horas de folga, escreveu um belo livro de humor sobre a estupidez humana (&lt;em&gt;Allegro ma non troppo, &lt;/em&gt;ao lado). Não sem razão, ele considera as pessoas estúpidas mais perigosas que os bandidos (entre os quais há estúpidos também, claro). Escreve o historiador:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3366ff;"&gt;Essencialmente, os estúpidos são perigosos porque pessoas razoáveis têm dificuldade em imaginar e compreender um comportamento estúpido. Uma pessoa inteligente é capaz de compreender a lógica de um bandido. As ações do bandido seguem um modelo de racionalidade: racionalidade perversa, se assim quisermos, mas sempre racionalidade. O bandido deseja um "mais" na sua conta e, dado que não é suficientemente inteligente para excogitar métodos pelos quais possa obter um "mais" para si, proporcionando ao mesmo tempo um "mais" também para os outros, obterá o seu "mais" provocando ao próximo um "menos".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com um estúpido, a coisa é diferente, ensina Cipolla divertidamente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3366ff;"&gt;Uma criatura estúpida perseguir-nos-á sem razão, sem um plano preciso, nos tempos e nos lugares mais improváveis e impensáveis. Não temos nenhum meio racional de prever se, quando, como e por que motivo uma pessoa estúpida vai levar adiante o seu ataque. Perante um indivíduo estúpido, estamos por completo à sua mercê.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Não é preciso dizer mais nada, pois não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-7043854370541482229?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/7043854370541482229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=7043854370541482229&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7043854370541482229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7043854370541482229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/o-poder-da-estupidez.html' title='O poder da estupidez'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvNqo3KtZAI/AAAAAAAAHME/DE7dTZb2q58/s72-c/cipolla.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-9096033256029938583</id><published>2009-11-05T19:38:00.002-02:00</published><updated>2009-11-05T19:41:33.660-02:00</updated><title type='text'>Ninguém é pobre no Grotão lulista</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvNGHhnb_xI/AAAAAAAAHL8/ugXSJT3jLwU/s1600-h/deboche.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400737473244167954" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvNGHhnb_xI/AAAAAAAAHL8/ugXSJT3jLwU/s400/deboche.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se quem ganha essa mixórdia é classe alta, a burguesia petista, que cresce à sombra do Estado, é bilionária. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-9096033256029938583?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/9096033256029938583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=9096033256029938583&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/9096033256029938583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/9096033256029938583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/ninguem-e-pobre-no-grotao-lulista.html' title='Ninguém é pobre no Grotão lulista'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvNGHhnb_xI/AAAAAAAAHL8/ugXSJT3jLwU/s72-c/deboche.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-1169565403450480336</id><published>2009-11-05T14:53:00.006-02:00</published><updated>2009-11-05T19:15:36.231-02:00</updated><title type='text'>Fora, "Adolfinejad"!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A &lt;a href="http://www.jjo.org.br/"&gt;juventude judaica &lt;/a&gt;de São Paulo está organizando uma manifestação contra a visita do tirano Ahmadinejad, do Irã, financiador do terrorismo islâmico, negador do Holocausto e amigo do ditador Hugo Chávez, este gorila cucaracho que transformou seu país num reduto de antissemitas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A manifestação será na Praça dos Arcos (final da Avenida Angélica), em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É lamentável que o Itamaraty lulista receba uma das figuras mais execráveis do mundo contemporâneo e com ela faça acordos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Isto é o que sobrou das autoproclamadas "esquerdas": aliança com fundamentalistas islâmicos, narcotraficantes e antissemitas. É repugnante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-1169565403450480336?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/1169565403450480336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=1169565403450480336&amp;isPopup=true' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1169565403450480336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1169565403450480336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/fora-adolfinejad.html' title='Fora, &quot;Adolfinejad&quot;!'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-5444401667471996914</id><published>2009-11-05T10:08:00.025-02:00</published><updated>2009-11-05T23:01:01.361-02:00</updated><title type='text'>Yoani e Ayaan: um contraponto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvLXCdaOyHI/AAAAAAAAHL0/eX8Hgu6GV0U/s1600-h/yoani.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 135px; FLOAT: left; HEIGHT: 111px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400615340425005170" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvLXCdaOyHI/AAAAAAAAHL0/eX8Hgu6GV0U/s200/yoani.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;"Batizei meu novo espaço de exorcismo "Generación Y", um blog inspirado em gente como eu, cujo nome começa por (ou contém) um "ipsilon" (Yoani Sánchez -&lt;/em&gt; De Cuba com carinho&lt;em&gt;).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Yoani Sánchez, do Generación Y, tem um dos blogs mais visitados do planeta e foi eleita pela revista Time como sendo uma das mulheres mais influentes do mundo. Seu blog se tornou um ícone para milhões de internautas que vêem no espaço virtual dos blogs a expressão indubitável da potencialidade interativa desse novo meio. O livro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; De Cuba com carinho &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;é uma coletânea inédita das postagens que Yoani vem publicando desde abril de 2007.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;A blogueira cubana merece as loas que vem recebendo pelo mundo afora, seja pela pena dos comentaristas do seu aclamado blog, seja através do reconhecimento expresso através do prêmio Ortega y Gasset que lhe foi outorgado, seja pelo destaque que a imprensa, de maneira geral, vem dando a ela. Em primeiro lugar por escrever muitíssimo bem, com leveza e bom humor, e não fazer do seu blog um novo muro virtual das lamentações, apesar de viver no perseverante absurdo cubano, que não passa - na mais tétrica e temível realidade - de um presídio a céu aberto. Em segundo, pelo empenho voraz em superar &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvLHbDjLIsI/AAAAAAAAHLs/d4ksPA-4jC4/s1600-h/ayaan.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 87px; FLOAT: left; HEIGHT: 118px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400598170793878210" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvLHbDjLIsI/AAAAAAAAHLs/d4ksPA-4jC4/s200/ayaan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;toda a sorte de obstáculos, dos materiais aos ideológicos, e assim ter conseguido ser ouvida "desde Cuba" (que é, aliás, o nome do site onde se encontra o Generación Y).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Assim sendo, é inegável o fato de Yoani ter se tornado uma das poucas vozes dissonantes de Cuba. Voz afinada e palavra melodiosa. Segundo declaração da própria Yoani, seus textos primam pela subjetividade. Mas não foi o império da 1ª pessoa no seu discurso o que me deixou mais incomodada no livro que ela assina, mesmo porque, independentemente de se crer ou descrer do conceito discutido e discutível de haver ou não uma "escrita feminina", as mulheres geralmente costumam manter o tom intimista nos textos que produzem. De qualquer maneira, acabei por me perguntar: é possível privilegiar o subjetivo, o íntimo, a doçura feminil nas narrativas, quando o tema privilegiado é a retrógrada ditadura totalitária no último país comunista do mundo além da Coreia do Norte? Se bem que - há de se dizer em favor da blogueira - os Estados absolutos sempre pretenderam a anulação da subjetividade em favor de princípios políticos regidos pelo sentido do coletivo. Um tipo de reminiscência saudosista da desastrosa onipotência ideológica que aposta idealisticamente em coletividades amorfas se pode ver no slogan do governo federal: Brasil, um país de todos. O termo "todos" é visivelmente anti-subjetivista. Então, como já disse acima, não foi o subjetivismo que a própria Yoani Sánchez aponta nos textos que escreve, o motivo do meu incômodo.&lt;br /&gt;E o que foi, então? &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;b&gt;POLITICAMENTE CORRETA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;O que me incomodou foi ter percebido - não sei com que grau de acerto - um eco do politicamente correto nos textos de Yoani, o que não ocorreu a mim ao ler&lt;/em&gt; Infiel&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;, de Ayaan Hirsi-Ali. A Cuba que Yoani critica com humor e muitas vezes também com mordacidade é a desastrosa Cuba atual. Mas, ao mesmo tempo, ela demonstra uma certa nostalgia em relação às idéias "revolucionárias" que o monopartido absoluto incutiu na sua cabeça de menina.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Vale um exemplo:&lt;/em&gt; Eu também acreditei que tinha nascido em uma ilha privilegiada, sob um sistema social superior, guiada pelo melhor dos líderes possíveis. Não eram "ários" os que nos governavam, mas se autoproclamavam "revolucionários" e isso parecia ser um estágio mais evoluído - o degrau mais alto - do desenvolvimento humano (p.46).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E outro:&lt;/em&gt; Tenho 33 anos e dois fios de cabelos brancos. Passei pelo menos metade de minha vida desejando mudanças na minha ilha. (...) As caras ansiosas de meus familiares pressagiavam que logo a situação melhoraria, mas em vez disso os problemas se tornaram crônicos e as soluções foram proteladas. Depois veio meu filho e, entre apagões e frases do tipo "não se desespere", compreendi que só iria acontecer o que pudéssemos desencadear de nós mesmos (p.62).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Um terceiro:&lt;/em&gt; Depois de várias décadas escutando a mesma coisa, estou cansada do macho envolto no seu uniforme verde-oliva, do adjetivo "viril" associado à coragem, dos pelos no peito mandando mais que as mãos na escumadeira. Toda a minha progesterona aguarda que essa parafernália tão robusta dê lugar a palavras como "prosperidade", "reconciliação", "harmonia" e "convivência" (p.116).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Um quarto - e basta:&lt;/em&gt; Levantei revirando uma dessas quiméricas palavras de ordem - que tanto escutamos pela televisão - para torná-la mais real. Um mundo possível é melhor - disse a mim mesma - e começo a sentir que vamos consegui-lo. Que o planeta, a minha ilha e a minha cidade encontrem soluções realizáveis, não outra saraivada de utopias (p.141). &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muitos outros exemplos semelhantes poderiam ser dados. O que observei ao ler&lt;/em&gt; De Cuba com carinho&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt; é que a autora rejeita veementemente o atual e tremendo declínio da sua ilha, mas reverberam nas entrelinhas dos seus textos algumas miragens da utópica "terceira via", ou algo semelhante. Ela parece recusar a ideia de que o erro não ocorreu no processo de decadência do país em que nasceu e que ama, com todo o direito de amar. O erro não está no processo que levou à atual decadência cubana e, sim, no princípio, na fundação, nas archés totalitárias da tresloucada revolução, na qual as palavras "prosperidade", "reconciliação", "harmonia" e outras que tais são de todo inconciliáveis com a ditadura que por lá foi implantada desde meados do século passado. O erro está no velho contexto político-ideológico que não retrocedeu nem evoluiu e que continua sendo o mesmo que sempre foi. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Yoani fala em uma "saraivada de utopias", como se o velho Fidel fosse, de fato, um utopista. Fidel Castro não é um utopista, mas um tirano. Será que Yoani modera a linguagem para salvar a própria pele? Creio que minha dúvida faz sentido. De qualquer maneira, o sucesso do seu blog ajuda indiretamente o governo cubano no atual arremedo de abertura democrática que tem sido propagado por Raúl Castro, assim como também pode vir a fomentar nos leitores jovens de todo o mundo a ideia – deturpada - de que a revolução cubana infelizmente se perdeu dos seus propósitos iniciais, mas que "com carinho", pode vir a entrar nos bons trilhos do equilíbrio, da justiça e da igualdade para todos.&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Y do problema de Ayaan, ele se mostra bem diverso. Para Ayaan, o erro é basilar, de fundação, não está localizado em processos históricos e sim nas raízes da política teocrática exercida pelo islã. E ela não dá mostras, em seu livro &lt;/em&gt;Infiel&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, de crer na mais ínfima possibilidade de diálogo entre esse tipo de pensamento radical e algo próximo das liberdades democráticas. Ayaan defende com todas as letras a democracia, para ela condição sine qua non do exercício da liberdade, principalmente a liberdade das mulheres que no mundo islâmico são submetidas a barbaridades ainda mais violentas do que as que ocorrem em Cuba. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E como me foi inevitável estabelecer comparações entre esses dois atuantes ipsilons, eu diria que o sonho de Yoani é ver a abertura em duas linhas do seu ypsilon conciliada com a linha que originou a bifurcação da letra. Quanto a Ayaan, ela sabe que a conciliação da radical bifurcação do seu Y é de todo impossível.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Yoani quer transformar seu Y em um I, de inocência. Ayaan que separar as duas linhas bifurcadas ao máximo e transformar seu Y em um T, de testemunho.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;(Texto de Maria do Espírito Santo Gontijo Canedo, a quem agradeço).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-5444401667471996914?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/5444401667471996914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=5444401667471996914&amp;isPopup=true' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/5444401667471996914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/5444401667471996914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/yoani-e-ayaan-um-contraponto.html' title='Yoani e Ayaan: um contraponto.'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvLXCdaOyHI/AAAAAAAAHL0/eX8Hgu6GV0U/s72-c/yoani.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-3831450483351614855</id><published>2009-11-04T23:28:00.001-02:00</published><updated>2009-11-04T23:29:29.630-02:00</updated><title type='text'>A auto-premiação de Lula</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvIqbQOquQI/AAAAAAAAHLE/SnEaOQ492cY/s1600-h/premio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400425550871968002" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvIqbQOquQI/AAAAAAAAHLE/SnEaOQ492cY/s400/premio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-3831450483351614855?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/3831450483351614855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=3831450483351614855&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3831450483351614855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3831450483351614855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/auto-premiacao-de-lula.html' title='A auto-premiação de Lula'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvIqbQOquQI/AAAAAAAAHLE/SnEaOQ492cY/s72-c/premio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-1412166478374177036</id><published>2009-11-04T11:02:00.005-02:00</published><updated>2009-11-04T14:44:05.271-02:00</updated><title type='text'>Senadores acima da lei</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pois é, a casa de Sarney &lt;em&gt;et caterva &lt;/em&gt;mandou às favas a decisão do STF que cassou o senador Expedito Júnior. Desculpem o trocadilho, mas os senadores arrumaram um expediente sujo para manter o sujeito na instituição mais impoluta do Grotão. Deveriam expedi-lo para manter a limpeza da pocilga.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Folha: &lt;em&gt;O Senado não afastou do cargo o senador Expedito Júnior (PSDB-RO), como manda a decisão do Supremo Tribunal Federal, e resolveu encaminhar o caso para ser analisado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A posse do substituto teve de ser desmarcada.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O senador Expedito Júnior foi cassado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder econômico e compra de votos na eleição de 2006.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na semana passada, o STF julgou ação proposta pelo segundo colocado nas eleições, Acir Marcos Gurgacz (PDT-RO). Ele pediu para tomar posse no lugar de Expedito, já que tanto o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Rondônia -que o cassou em 2008- como o Tribunal Superior Eleitoral -que confirmou a decisão em junho deste ano- determinaram sua saída imediata.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), mandou publicar a decisão e convocou o pedetista a assumir a cadeira ontem, ao mesmo tempo em que reuniu a Mesa Diretora para deliberar sobre o assunto.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Como a decisão deve ser colegiada, a Mesa decidiu mais uma vez ignorar o Supremo e aceitar o recurso de Expedito ontem para que ele pudesse se defender na CCJ. Com isso, a posse de Gurgacz foi adiada e o tucano segue no cargo. (&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0411200902.htm"&gt;Continua&lt;/a&gt;, para assinantes).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;OBS.: se um cidadão comum desrespeitar o Supremo, terá cadeia na certa. A dureza da &lt;em&gt;"lex grotensis" &lt;/em&gt;vale só para nós.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-1412166478374177036?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/1412166478374177036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=1412166478374177036&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1412166478374177036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/1412166478374177036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/senadores-acima-da-lei.html' title='Senadores acima da lei'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-7343958824089053308</id><published>2009-11-03T23:12:00.003-02:00</published><updated>2009-11-03T23:15:16.480-02:00</updated><title type='text'>Lula estadista? Não, "estradista".</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvDVDpId-QI/AAAAAAAAHK8/SLDfxSi0F6c/s1600-h/ESTRADISTA.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400050211774920962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvDVDpId-QI/AAAAAAAAHK8/SLDfxSi0F6c/s400/ESTRADISTA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nunca antes um presidente viajou tanto. E só para visitar e fazer acordos com ditadores de republiquetas de quinta categoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-7343958824089053308?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/7343958824089053308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=7343958824089053308&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7343958824089053308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7343958824089053308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/lula-estadista-nao-estradista.html' title='Lula estadista? Não, &quot;estradista&quot;.'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvDVDpId-QI/AAAAAAAAHK8/SLDfxSi0F6c/s72-c/ESTRADISTA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-4196112667657899866</id><published>2009-11-03T19:28:00.006-02:00</published><updated>2009-11-03T20:33:24.659-02:00</updated><title type='text'>Criminosos prosperam com o chavismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A destruição das instituições - principalmente do Poder Judiciário - na Venezuela facilitou o surgimento de redes de crime organizado. Como se sabe, o tirano Hugo Chávez se alia a delinquentes e a Estados não-democráticos, além de terroristas internacionais e narcotraficantes. Um deputado que conhece a dimensão e a profundidade da corrupção sob o chavismo abre enfim a boca contra a funesta situação vivida no país. Ele  esteve nas entranhas do monstro. Confira &lt;a href="http://www.anajuliajatar.com/index.php/2009/10/27/informe-del-diputado-ismael-garcia-sobre"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-4196112667657899866?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/4196112667657899866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=4196112667657899866&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/4196112667657899866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/4196112667657899866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/criminosos-prosperam-sob-o-chavismo.html' title='Criminosos prosperam com o chavismo'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-8733772452510730254</id><published>2009-11-03T16:48:00.004-02:00</published><updated>2009-11-03T19:06:14.254-02:00</updated><title type='text'>Recordando Lucio Colletti</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvB_Q7CO-4I/AAAAAAAAHK0/kRfT6vYjwYk/s1600-h/lucio+colletti.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 132px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399955881918921602" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvB_Q7CO-4I/AAAAAAAAHK0/kRfT6vYjwYk/s200/lucio+colletti.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Há oito anos, num três de novembro, morria o filósofo italiano Lucio Colletti. Ele foi um dos mais importantes pensadores italianos contemporâneos, construindo uma obra que desmontaria o marxismo, parágrafo por parágrafo. Marx não passava, no fundo, de um epígono do filósofo idealista Hegel - sem a coerência deste último.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em recordação do meu velho mestre, com quem troquei correspondência e a quem dediquei o livro &lt;em&gt;O declínio do marxismo e a herança hegeliana, &lt;/em&gt;editado pela UFSC (ver ao lado) - mais tarde traduzido na Itália sob o título &lt;em&gt;Perché il marxismo ha fallito -,&lt;/em&gt; remeto à &lt;a href="http://otambosi.blogspot.com/2008/11/homenagem-lcio-colletti.html"&gt;homenagem&lt;/a&gt; que lhe prestei no ano passado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-8733772452510730254?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/8733772452510730254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=8733772452510730254&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/8733772452510730254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/8733772452510730254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/recordando-lucio-colletti.html' title='Recordando Lucio Colletti'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvB_Q7CO-4I/AAAAAAAAHK0/kRfT6vYjwYk/s72-c/lucio+colletti.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-5360357950351751389</id><published>2009-11-03T16:43:00.000-02:00</published><updated>2009-11-03T16:45:06.136-02:00</updated><title type='text'>O milionário Lula</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvB56KT3i4I/AAAAAAAAHKs/VEQwAexPAWY/s1600-h/sem+fundo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399949993324284802" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvB56KT3i4I/AAAAAAAAHKs/VEQwAexPAWY/s400/sem+fundo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-5360357950351751389?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/5360357950351751389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=5360357950351751389&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/5360357950351751389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/5360357950351751389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/o-milionario-lula.html' title='O milionário Lula'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SvB56KT3i4I/AAAAAAAAHKs/VEQwAexPAWY/s72-c/sem+fundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-9023478876640806833</id><published>2009-11-03T13:05:00.003-02:00</published><updated>2009-11-03T15:59:00.485-02:00</updated><title type='text'>A era da estupidez</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Carlo Cipolla (1922-2000), um dos maiores historiadores contemporâneos, especialista em Idade Média (lecionou em várias universidades europeias), escreveu um livrinho em que exercita o humor. Para ele, o humorismo é "a capacidade inteligente e sutil de realçar e representar o aspecto cômico da realidade." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cipolla distingue apropriadamente o humorismo da ironia: "Quando alguém faz ironia, ri dos outros. Quando faz humorismo, ri com os outros." Utilizado moderadamente, o humorismo é "a solução por excelência para reduzir tensões, ultrapassar situações penosas, facilitar as relações e a convivência humana", ao passo que a ironia, pelo contrário, é geradora de tensões e conflitos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cito um trecho do livro, para que todos tenham um pós-feriado com bom humor:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;A pessoa inteligente sabe que é inteligente; o bandido tem consciência de que é bandido; o ingênuo está penosamente compenetrado da sua falta de prevenção. Ao contrário de todas estas personagens, o estúpido não sabe que é estúpido: e isso contribui &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;portentosamente&lt;/span&gt; para dar maior força, incidência e eficácia à sua ação devastadora. O estúpido não se encontra inibido por aquele sentimento que os anglo-saxônicos designam por&lt;/em&gt; self-conciousness&lt;em&gt;. Com um sorriso nos lábios, como se levasse a cabo a coisa mais natural do mundo, o estúpido surgirá imprevistamente para nos estragar os planos, nos destruir a paz, nos complicar a vida e o trabalho, fazendo-nos perder dinheiro, tempo, bom humor, apetite, produtividade - e tudo isto sem malícia, sem remorso e sem razão. Estupidamente.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;Daí se depreende que vivemos, no Grotão lulista, a era da estupidez. Aliás, petistas não riem. Alguém já viu um deles dar uma boa gargalhada?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;(O excerto citado é de &lt;em&gt;Allegro ma non troppo. As leis fundamentais da estupidez humana, &lt;/em&gt;lançado no ano passado pela editora Texto &amp;amp; Grafia, de Lisboa - ver ao lado).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-9023478876640806833?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/9023478876640806833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=9023478876640806833&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/9023478876640806833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/9023478876640806833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/era-da-estupidez.html' title='A era da estupidez'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-6921449454914373976</id><published>2009-11-02T10:19:00.001-02:00</published><updated>2009-11-02T10:20:56.052-02:00</updated><title type='text'>Lulito de Maracaibo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/Su7OiQ0igzI/AAAAAAAAHKk/J0i--R7oOro/s1600-h/lulito.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399480091290010418" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/Su7OiQ0igzI/AAAAAAAAHKk/J0i--R7oOro/s400/lulito.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-6921449454914373976?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/6921449454914373976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=6921449454914373976&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/6921449454914373976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/6921449454914373976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/lulito-de-maracaibo.html' title='Lulito de Maracaibo'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/Su7OiQ0igzI/AAAAAAAAHKk/J0i--R7oOro/s72-c/lulito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-6311595939447787066</id><published>2009-11-01T22:50:00.006-02:00</published><updated>2009-11-01T23:04:35.603-02:00</updated><title type='text'>Bem-vindo ao clube, FHC.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enfim, o ex-presidente FHC começa a ver o que alguns blogueiros já denunciam há muito tempo: devagar, nossa frágil democracia vai sendo desfigurada. De fato, não faltam bolivarianos em torno do atual governo. No título do artigo, FHC pergunta para onde vamos. A continuar desse jeito, respondo eu, vamos mesmo é para o brejo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos&lt;/em&gt;. (&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091101/not_imp459542,0.php"&gt;Continua).&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-6311595939447787066?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/6311595939447787066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=6311595939447787066&amp;isPopup=true' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/6311595939447787066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/6311595939447787066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/fhc-identifica-dna.html' title='Bem-vindo ao clube, FHC.'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-2917745702187174034</id><published>2009-11-01T18:07:00.005-02:00</published><updated>2009-11-01T18:47:38.980-02:00</updated><title type='text'>Chávez e seus criados</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/Su3qz5n1Y4I/AAAAAAAAHKc/zKrf3lJ_VmQ/s1600-h/merdosul.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399229705649218434" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/Su3qz5n1Y4I/AAAAAAAAHKc/zKrf3lJ_VmQ/s400/merdosul.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E, no Estadão: &lt;em&gt;Se a adesão da Venezuela for aprovada pelo Senado brasileiro e, em seguida, pelo paraguaio, os próximos acordos comerciais do bloco ficarão sujeitos às pretensões políticas de Chávez e aos critérios do bolivarianismo. O currículo de Chávez, incluídas as suas desastrosas participações em eventos internacionais na América Latina, autoriza todos os temores. Sua incapacidade de reconhecer limites é notória, assim como sua disposição de criar conflitos. Nem é preciso mencionar a costumeira submissão do presidente Luiz Inácio Lula aos desejos do caudilho venezuelano nem, tampouco, os favores feitos por Chávez, com petrodólares, ao casal Kirchner. (&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091101/not_imp459518,0.php"&gt;Continua&lt;/a&gt;).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-2917745702187174034?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/2917745702187174034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=2917745702187174034&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/2917745702187174034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/2917745702187174034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/11/chavez-e-seus-criados.html' title='Chávez e seus criados'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/Su3qz5n1Y4I/AAAAAAAAHKc/zKrf3lJ_VmQ/s72-c/merdosul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-3223393332021046255</id><published>2009-10-31T22:43:00.002-02:00</published><updated>2009-10-31T23:00:24.638-02:00</updated><title type='text'>Alô, Veja: Lula nem precisa ser editor.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com panos quentes, a revista &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; desta semana faz uma crítica ao comportamento do Pequeno Timoneiro em relação à imprensa, malhada todo dia no seu palanque eternamente extemporâneo. &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; foi condescendente nesta apreciação. Não cabe ao Estado, de fato, definir ou orientar o jornalismo, mas o governo Lula orienta, sim: há chapas-brancas em todas as redações. Lula não é editor porque nem sequer precisa. Há quem faça o trabalho por ele.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Por que Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e o casal Kirchner tratam a imprensa como inimiga? Porque na Venezuela, na Bolívia, no Equador e na Argentina de seus sonhos não há lugar para jornais, revistas e redes de televisão independentes. Para essa gente, notícia é só aquilo que seus ministros da propaganda dizem que é notícia. Todos eles suprimiram a liberdade de imprensa ou estão em via de fazê-lo. Esperam um dia atingir o controle total da informação obtido pelas grandes ditaduras do século passado, prática que é mantida ainda por seus irrelevantes sobreviventes atuais: Cuba e Coreia do Norte. Nesses países não existe imprensa. Não existem repórteres. Não existem jornais. Não existe democracia. Não existe liberdade. Portanto, não existe notícia. Cubanos e norte-coreanos vivem vidas miseráveis, privados das mínimas exigências da subsistência civilizada, mas os papéis pintados periódicos daqueles países não relatam a triste realidade.&lt;br /&gt;Por onde se olha na América Latina, há um governante com a ideia fixa de que seus fracassos seriam menos gritantes se só existisse a imprensa oficial. O Brasil vinha sendo a excepcionalidade na região. Agora o próprio presidente Lula está desenhando o que ele imagina ser a imprensa ideal. "Não acho que o papel da imprensa é fiscalizar. É informar", disse Lula há duas semanas. Na quinta-feira passada, ele voltou à carga com o seguinte discurso, direcionado a repórteres que cobriam uma cerimônia que reunia catadores de papel, em São Paulo: "Hoje vocês têm a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor de vocês e se embrenharem no meio dessa gente (…) Publiquem apenas o que eles falarem. Não tentem interpretar".&lt;br /&gt;É espantoso. Lula não lê jornais. Mas quer ensinar como editar jornais. Má notícia, senhor presidente. Ter 80% de popularidade não credencia ninguém a ser repórter ou editor. Não existe jornalismo a favor. Não existe jornalismo feito pelo estado. Não é atributo do Poder Executivo traçar limites para o exercício da imprensa. A liberdade de expressão não pertence ao universo oficial dos gabinetes executivos, não tangencia os planos de governo e não obedece às orientações dos ministérios da propaganda. Seus limites estão estabelecidos na Constituição e eternizados na cultura dos países democráticos. Os próprios leitores e a Justiça punem os jornalistas que ultrapassam os limites éticos.&lt;br /&gt;A imprensa tem sido vilanizada no Brasil por duas razões principais. A primeira decorre da noção primitiva que alguns ideólogos do petismo têm do Brasil, que para eles é uma grande e simplória terra ideal: a "PTópolis", habitada por pessoas que têm papéis claramente definidos, como a Patópolis, de Walt Disney. Os habitantes de PTópolis também são divididos em classificações rígidas. Existem os que ocupam o andar de cima e os do andar de baixo; os pretos e os brancos; os ricos e os pobres; os bons e os maus; os produtores e os usurários; os amigos e os inimigos do rei... A segunda razão é o fato de que, quando a cúpula de PTópolis e seus corruptos do coração produzem escândalos – e eles os produzem aos montes –, a culpa nunca pode ser do líder ou de seus próximos. A imprensa livre é um estorvo em PTópolis. Ela insiste em investigar, fiscalizar e dar nome aos bois. Em PTópolis, idealmente, só deveriam exercer o jornalismo as pessoas designadas para isso pelo estado. No mundo perfeito de PTópolis não há lugar para algo imperfeito, barulhento, enxerido, investigativo, teimoso, livre, falível e, algumas vezes, até irresponsável como é a imprensa. PTópolis: ame-a ou deixe-a! &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-3223393332021046255?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/3223393332021046255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=3223393332021046255&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3223393332021046255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/3223393332021046255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/10/alo-veja-lula-nem-precisa-ser-editor.html' title='Alô, Veja: Lula nem precisa ser editor.'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17163319.post-7043803840012081635</id><published>2009-10-31T16:35:00.004-02:00</published><updated>2009-10-31T16:40:25.776-02:00</updated><title type='text'>Casa da mãe Dilmona</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SuyEetRm63I/AAAAAAAAHKU/pp_eqvrKIlQ/s1600-h/plac.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398835716394773362" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SuyEetRm63I/AAAAAAAAHKU/pp_eqvrKIlQ/s400/plac.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SuyEUNBkM_I/AAAAAAAAHKM/kH7o_4RFr6c/s1600-h/casekaya.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 259px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398835535938860018" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SuyEUNBkM_I/AAAAAAAAHKM/kH7o_4RFr6c/s400/casekaya.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17163319-7043803840012081635?l=otambosi.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otambosi.blogspot.com/feeds/7043803840012081635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=17163319&amp;postID=7043803840012081635&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7043803840012081635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17163319/posts/default/7043803840012081635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otambosi.blogspot.com/2009/10/casa-da-mae-dilmona.html' title='Casa da mãe Dilmona'/><author><name>Orlando Tambosi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14946018475927273129</uri><email>o.tambosi@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='05350033050448924599'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t2sqbyvWbyA/SuyEetRm63I/AAAAAAAAHKU/pp_eqvrKIlQ/s72-c/plac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry></feed>