
O ministro Tarso Genro andou atacando o "direito adquirido" em entrevista à Folha de S. Paulo, sábado. Defendeu ele a "redução drástica de despesas da União, com corte de salários, pensões e aposentadorias como uma medida exemplar e crucial para que o país consiga crescer a médio prazo". É preciso "remover o conceito arcaico de direito adquirido" e "cassar privilégios para os quais as pessoas não contribuíram".
Em entrevista ao jornal Zero Hora, o presidente do Tribunal de Justiça do RS, desembargador Marco Antônio Barbosa Leal, foi ao ponto: "vejo nas declarações do ministro um viés autoritário preocupante."
E bota preocupante nisso.
Leia a entrevista aqui e acompanhe o debate no Jus Sperniandi.













