sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Humanidade sem raças?

Este é o título do livro do geneticista Sergio Danilo Pena, resenhado aqui. Reproduzo um trecho da resenha:

A obra, um verdadeiro manifesto contra o racismo, reúne os veementes argumentos do geneticista para combater a racialização da humanidade. Essa discussão não é novidade para os leitores de “Deriva Genética”, a coluna que o autor publica na segunda sexta-feira do mês na CH On-line – a denúncia da inexistência das raças do ponto de vista biológico é um tema recorrente em seus textos.

P.S.: aliás, escrevi sobre o tema no ano passado e também sobre "a guerra de 'raças'". Aproveitem para rever, do próprio Sergio Pena, "O DNA do racismo".

25 comentários:

Anônimo disse...

Raça é uma convenção para classificar animais superiores em sub-grupos. Que isso não tem lá muita expressão genética é fácil de ver porque se cruzarmos 2 cães de raças diferentes vamos ter prole.
Esse discussão portanto é uma discussão semântica, que pode atender ou contrariar interesses de grupos específicos. Por exemplo, se não há raças, todos programas de ação afirmativa baseados em raça teriam que ser extintos. Logo veremos o ruído vindo desse pessoal.

Anônimo disse...

Só não sei pq subdividem tanto animais como pássaros, que as vezes diferen apenas por um bico, uma cor de pena e no bicho homem dizem que há só uma espécie. Será simples falta de coerência ou algo como "ciência afirmativa"? Atualmente a ciência caminha até mesmo para elaborar tratamentos médicos distintos para grupos humanos distintos.

Anônimo disse...

grupos humanos, não Marlos, raças, raças. Ainda o politicamente correto não tirou a palavra do dicionário.

Esteban Crustille disse...

Hola brasileños.
Acá mucho si habla y destaca en nuestros diarios, que el bispo de Paraguai va ter mucho triunfo la concesión de Itaipu.

la verdad es que nosotros acreditar que el presidiente de Paraguai tiene su derecho y con el apoio de Venezuela, Bolívia, Equador y Nosotros, vamos triunfar sobre brasil y ter nuestro derecho de reter la uzina de Itaipu.

Bolívia con mucho exito tomou petrobras de brasil la forcia y con exercito, y su presidiente ficou con rabio entre las pernas y ainda hablpou que fue justo.

El presidiente de Equador expuzou enpreza bresileña y prendeu en Equador los brazucas y dezafiou a brasil hablando y con confirmación que no va pagar la dibida con brasil y su presidiente mas una vez ficou con su rabio entre las pernas.

Para nosotros va ser también con mucha facilidad el exito de tomar Itaipu de brasileños para que Paraguai venda más energia para Argentina y Uruguai.

Tiemos nuestros derecho de ter más energia en nuestra región y Paraguai con nuestro apoio, Venezuela, Bolivia y Equador, vamos la tomar la forcia si for precizo la usina de itaipu.
un saludo

Anônimo disse...

Toda essa discussão baseia-se numa simples confusão entre os termos raça e etnia.
Está claro pela ciência que não há raças humanas.Mas daí negar as etnias já é preconceito invertido.

Anônimo disse...

É tão claro que existem raças humanas.

Maria do Espírito Santo disse...

É mais ou menos como confundir safari com rastafari, Paulo Roberto?
E você é o Paulo Roberto de quê?
Pergunto porque até que você escreve direitinho... Dá gosto de ler...

Anônimo disse...

grupos étnicos é eufemismo para raças.

Anônimo disse...

Acho uma discussão inútil.

O ser humano vai sempre se identificar como parte de um grupo: se não forem as características fenótipicas, serão as culturais, as religiosas, as partidárias, ideológicas ou até as esportivas.

Ninguem diz mas o sistema de cotas aplicado no Brasil só serve para colmatar o problema cultural existente no Brasil que engloba um vasta (maioria?) de pessoas brancas e (maioritariamente) negras que reproduzem geração após geração uma displicência em na vida, carreira e família.

O problema do país é que cessou a emigração de contigentes populacionais coesos, firmes e tecnicamente bem preparados enquanto as autoridades e a sociedade brasileira não foi capaz de alçar os menos preparados.

Se estou sendo rigoroso ou injusto? Talvez... mas os grupos que se mantiveram mais coesos são os que mais tem sucesso na sociedade brasileira prova disso são os nipónicos, os judeus, os sulistas.

Orlando Tambosi disse...

O (pre)conceito de raças só favorece os racistas. Cor é apenas questão de pigmentação, como já disse outro dia aqui, ao comentar o trabalho do pesquisador italo-americano Luigi Cavalli-Sforza, que vai no mesmo caminho de Sergio Pena.
Sorry, somos todos - qualquer que seja a coloração, aliás superficial - filhos da mesma...ameba.

Anônimo disse...

É só uma opinião mas julgo que o processo acelerado de desevolvimento que desenraizou milhares de pessoas juntamente com o crescimento da influência que a televisão teve no mesmo período fez com que a sociedade desenvolvesse uma completa superficialidade em relação aos mais diferentes aspectos da vida.

Ir, por exemplo, ao orkut e ver a expresão no desenvolvimento de idéias dá dó: nem é o caso de concordar ou não com o que é exposto, mas é a própria coerência na exposição de idéias já que os próprios defensores não sabem como as fundamentar. Superficialidade a potes.

Felizmente isso não é regra única.

Orlando Tambosi disse...

Acho que é por aí, CFE. A coisa puxa mais para as diferenças culurais. Aliás, há culturas libertadoras e culturas que obstaculizam as liberdades. Não estão todas no mesmo pé, como querem os relativistas.

Anônimo disse...

Professor Tambosi,

Exato. Mas isso não significa que as pessoas não se identifiquem. Ficar dizendo que não existe raça é entrar no jogo dos defensores das cotas.

Porque para a platéia as raças existem por mais que se lhes diga o contrário.

E como já disse, por outras palavras, o problema racial brasileiro, inexistente a meu ver, é uma máscara para a baixa qualificação de vasto segmento da população.

Orlando Tambosi disse...

Claro que se identificam, mas não consideram que isto seja mais cultural que biológico. "Raça" é uma noção ultrapassada, criada por um antropólogo alemão no século XIX. Vou ver se acho o post aqui...

Anônimo disse...

Só um desabafo:

Há tempos passava uma série na televisão, com a ação na época do Brasil-colônia, em que as mulheres estavam vestidas com roupas todas pomposas. Depois de ouvir um comentário sobre a dificuldade que seria vestir-se daquela maneira eu respondi que o guarda-roupa estava errado porque só em épocas festivas é que roupas tão pouco próprias para os trópicos e para o trabalho eram usadas.

A resposta foi única: "Vc acha que a Globo não iria saber disso? Eu não acredito em vc. Como é que uma tv iria passar um erro desses?"

Por esse tipo de indagações é que até hoje eu sou chamado de convencido pela dita, que teve ( e tem) tudo para progredir na vida mas...deixa pra lá.

Aqui entre nós a minha designação da pessoa é mais certeira: ameba!

Lembrei por causa de sua frase: vai ver as raças existem mesmo;)

Anônimo disse...

"Raça" é uma noção ultrapassada

Deve ser mais antiga, porque a biblia a refere. Não estou fundamentando a existência até porque tem as traduções pelo meio e o significado para "raças" aí contido parece-me mais próprio para "povos".

Anônimo disse...

Filho de Ameba eu não sou. Se me acusar disso, vai ter que provar (com teste de DNA? É bem científico).

Anônimo disse...

Hi, Tchess, voltei!!! A gente sabe de quem você é filho, seu filho da..Eva!!!


Felipe, o símio

Anônimo disse...

E Eva era uma ameba, não Felipe? ;-)

Anônimo disse...

Sim, parece que sim, Eva

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eva_mitocondrial

Anônimo disse...

Debora, ele é filho da.....


Felipe, The Happy Monkey

Anônimo disse...

Falta coragem para finalizar a frase?

Anônimo disse...

Raça só serve quando é pra favorecer os afros. Daí se pode colocar o nome de um grupo de raça negra, pode-se criar uma revista com o nome Raça, etc. Experimente-se fazer o mesmo para os brancos...
A tão propalada igualdade, passa por isso também. Porque o ministério público não enquadra esses racistas ricamente pigmentados? No dia em que um deles for enquadrado, aí sim começará a igualdade.

Anônimo disse...

Eu também vim de uma ameba, Tambosi!

E uma trisavó minha fazia xixi entre-saias, no meio do terreiro, e maltratava os escravos que só o diabo!

E acho os macacos (e as amebas) lindos. Não tenho nenhum problema em ter afinidade com eles.

Isso me lembra uma senhora de certa congregação que, na hora do credo, comia algumas palavras, por achá-las humilhantes: "Eu, pobre e miserável pecador...". O resto ela topava numa boa.

O ser humano é muito vaidoso! Devia, isso sim, se medir na hora de uma dor de barriga fenomenal pra ver o tamanho que tem. Pra ciência, pra Deus, pro próximo.

Tem algum problema se eu não achar nada demais em ser "ali, ó", com um macaco e me achar uma pobre e miserável pecadora? Hein?

Anônimo disse...

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