O lulismo imperante no Grotão retoma a nefasta prática leninista-stalinista-nazista do culto à personalidade (aliás, cara às ditaduras em geral). O filme "Lula, o filho do Brasil", baseado na biografia oficial perpetrada pela jornalista Denise Paraná e produzido pela família puxa-saco LC Barreto, já conta com um orçamento fantástico: nada menos de 16 milhões de reais. Tudo financiado por empresas privadas que, obviamente, estão muito felizes com a rapinagem institucionalizada no Brasil. Tem para todos: bajuladores, oportunistas, corruptos e tutti quanti.
Se você tiver estômago para tanto, acesse aqui o primeiro minuto dessa porcaria de filme, mas não esqueça o providencial saquinho.
22 comentários:
E pensar que essa porcaria de filme vai ser lançada justamente em 2010, quando Lula estará tentando eleger o seu Medvedev, é algo que evidencia o quanto "esçepaíz" está sendo manipulado por aqueles que detêm o poder em nome do Foro de São Paulo... Tudo faz crer, assim, que já estamos sob uma ditadura de cunho nazifascista, embora poucos se dêem conta disso. A grande maioria, infelizmente, parece se satisfazer com o simulacro de democracia que o desgoverno do Foro emplacou no país, enquanto vai se apossando de tudo.
Em sinal de protesto, eu não verei esse filme. Aliás, eu "JÁ VI ESSE FILME", no excelente livro com que Maklouf relata, com farta documentação, uma série de episódios que definem com exatidão quem é Lula e como ele opera no PT e na política brasileira. Será que não haveria alguém interessado em transformá-lo em filme, para repor a verdade em seu devido lugar? Talvez haja tempo até para lançá-lo em 2010, junto com o conto da carochinha produzido pela LC Barreto, para que o país dos tolos conheça um outro lado dessa história. Alás, há um outro livro que, se transformado em filme, nos ajudaria a compreender um assombroso desdobramento dessa história: trata-se de "O Chefe", de Ivo Patarra, que discorre sobre o incrível mensalão do desgoverno petista e que, por isso mesmo - ao que parece, pelo menos - teve a sua publicação censurada e impedida.
DEMOCRACIA BRASILEIRA: JÁ SE FORAM OS DEDOS; FICARAM OS ANÉIS... MAS, ATÉ QUANDO?
Pois imaginem que essa grande porcaria (choro pelo monte de árvores que foram chacinadas para que esse crime de lesa-literatura fosse cometido)foi traduzida para o italiano por uma editora que, imaginem vocês, "sumiu". Maus fluidos por causa do assunto tratado no livro?
Hmmm ... sei não ...
EU? MUÁ?? Pagar dezessete dinheiros para ver ...isso??
UAAAAAAARGH!!!
O Cinema brasileiro é especialista em filmes pornográficos.
Parabéns para que foi corajoso o bastante para assistir o 1 minuto desse lixo. Eu não fui, confesso. Nem mesmo com o saquinho.
Fugirei deste filme (a exemplo de todos os outros filmes nacionais) como o homenageado na película foge do conhecimento, leitura, gramática, bom senso, coerência, honestidade, trabalho...
Se a Paraná escreveu o seu "Vidas Secas" da era petralha, (Secas uma ova! O dito, sempre regado pela 51, vive na maior água!) bem que a Do Espírito Santo, poderia escrever o livro "Aecinho, o neto das Minas Gerais", né, não?
Pena que o neto Neves, chegado nessa e outras alvuras branquíssimas e puras, já esteja suficientemente vacinado contra esse tipo de puxa-saquismo explícito.
Verdade é que PT e PMDB são primos de 1º grau, mas o são naqueles moldes do "primo rico/primo pobre". E por mais narcísicos que os primos ricos sejam, um resquício de senso de ridículo sempre fala mais alto e eles acabam por não ceder aos impulsos ególatras e ditatoriais dos veríssimos ex-pobrinhos agora lambuzados no melado da corrupção ativa, passiva ou giletona.
Quanto ao 1º minuto do filme... Que coisa, hein? É de uma criatividade estupenda, né, não?
Casinha de pau a pique, a mulher esfaimada com olhos esgazeados de fome, tristeza e algumas etéreas moléculas de revolta (Ah, jacu sem pena/Ah, jacu pelado/ Ah, jacu sofrido, me deixa emocionado...) cheia de orgulhosa glória, mas sem que o pires se desgarre do nome e pare na mão, os rebentinhos formando uma escadinha na frente do casebre, poeira um pouco mais clara do que a cor do casebre formando um maravilhoso tom sur tom em sépia, um homem se despedindo do cão (ou seria da cadela Baleia do já citado Vidas Secas?), enfim... Uma cena de uma originalidade tonitroante!
Só dezesseis milhões de reais?! Puxa vida... É muito pouco! Eu que já dei ouro para o bem do Brasil, se ouro ainda tivesse doaria o restante ao produtor (ou reprodutor?) de imagens tão belas e significativas!
Acho que esse gênero de filme pertence à categoria "arte escatológica: cinema e lixo reciclado".
Quem merece? As mamães da maioria dos políticos certamente merecem.
E eu que sempre achei que o Lenin era contra o culto a personalidade.
16 milhões??
E acho que o título está errado, deveria ser "Lula, o filho da puta".
Por falar em culto à personalidade, a emissora do bispo (?!), comentando o triunfo de Chavez, fez questão de assinalar que ele, embora seja acusado de ditador, já patrocinou uma porção de plebiscitos na Venezuela (?). Será que é todo mundo burro na emissora do bispo (?!), ou ela também reza pela cartilha do Foro de São Paulo?
Pô, Jack, o cadáver do santo Lênin ainda está exposto lá no mausoléu....
Eu vi. Mas, pelo que li, ele era contra o culto.
Vi a cena de cortesia. No ato lembrei-me do "Dois filhos de Francisco", o belo filme sobre a vida de Zezé e Luciano antes da fama. Pela primeira cena, é plágio. A lembrar também o ótimo Gaijin, da Tizuca Yamazaki.
Quem é descendente de imigrante deve ter viva a lembrança dos antigos contando como era dura e miserável a vida em seus países ou estados nordestinos de origem. Enfim, o filme mitifica em uma pessoa a história de vida que é comum a milhares de brasileiros. Filhos do Brasil com tais histórias, nascidos ou por adoção, somos muitos. Brecht seguramente torceria o nariz, desaprovando os "discípulos".
E não esquecer do nosso Jeca, neto de avô paterno português e filho de mãe napolitana: “E vai aqui uma homenagem ao pascácio aí da foto [Mazzaropi], interpretado brilhantemente por Amácio Mazzaropi, um homem que, pelo seu empreendedorismo, era justamente o contrário da imagem que passava nas telas.” (Flanela Paulistana).
http://www.museumazzaropi.com.br/index.asp
Letícia em seu blog Flanela Paulistana escreveu ótimos posts sobre a cidade de São Paulo e sua íntima relação com essas histórias de vida da gente que veio para a cidade em busca de vida melhor. A maioria, depois de trabalhar “pracacete”, deu-se bem. Lula, nesse sentido, não é exceção. A sua diferença é que investiu em um “nicho de mercado”, tornando-se líder sindical e depois uns dos chefes políticos do partido criado em SP em 1980.
Política pode ser um bom negócio para políticos espertos, haja vista a rápida ascensão social e econômica dos Lula da Silva. Aliás, a revista Veja desta semana mostrou com números o estupendo crescimento patrimonial e financeiro dos políticos do PMDB que foram alvo da entrevista do Jarbas Vasconcelos.
Sim. R$ 16 milhões! Uma bela cifra. Como diz o ditado popular, “quem tem padrinho não morre pagão”.
Os antigos mecenas pelo "menas" apadrinhavam cosas buenas.
O "poblema" do mecenato lulístico é apadrinhar rinocerantas pra Ionesco nenhum botar defeito!
Essa tal de Paraná recriou e transplantou para a "literatura" (gostei do crime de lesa- literatura da didi Iashin) o teatro do absurdo em versão absurdíssima. Filho do Brasil? Parodiando MR. X: pra pura que o pariu!
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O caso do prefeito Celso Daniel me faz lembrar do "Sindicato de Ladrões", um fimaço do Elia Kazan (1954).
Sinopse
Johnny Friendly (Lee J. Cobb) é presidente do sindicato dos estivadores que trabalham nas docas de Hoboken, New Jersey onde, juntamente com seu braço direito, Charley Malloy ( Rod Steiger), comanda as operações de carga e descarga de navios, cobrando valores por fora que os utiliza em apostas de lutas de boxe e em outras operações ilícitas.
O grupo próximo aos líderes do sindicato tem sempre emprego garantido e outras facilidades, enquanto os outros lutam diariamente por uma colocação para garantir o sustento de suas famílias. A lei do silêncio impera entre os trabalhadores que temem pelas duras conseqüências de enfrentar esse sindicato de ladrões.
Joey Doyle (John F. Hamilton) é atrído pelo seu amigo Terry até um telhado, onde dois capangas de Friendly o empurram para a morte. O motivo do assassinato era que assim ele nada falaria para a comissão do crime, ou seja, era um delator, e para aqueles que controlavam o sindicato merecia morrer.
"Filhos de Francisco", "Filho do Brasil"... Haja circo pra entreter e enganar o país dos trouxas!
Anõnimo 9:05
Dois filhos de Francisco é uma história muito bem contada e tem parecências com o melhor do Mazzaropi.
Ops! parecença
Gosto é gosto, PAULO ARAÚJO. Respeito o seu e o de quem mais gostou do filme, mas, no que me diz respeito, considero esse "Dois Filhos de Francisco" apenas mais um filme do cinema nacional!
Durante sua vida, Lênin não construiu nenhum monumento a si próprio. Quando morreu, sua mulher, a horrível Krupskaya, pediu para que seu corpo fosse queimado.
Caraca, Jack! Algo de novo no front ou não?
Não. É claro que não...
E eu nem sabia que o tar de LENIN ERA PEDREIRO!!!
ai meus sais
abraços
karlos
kkkkkkarlos, você é uma graça com seus sais.
Ui!
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