sexta-feira, 27 de novembro de 2009

De tribo a país (ou de país a tribo)

Quando os hominídeos deixaram de ser nômades, nasceu a tribo. Da tribo nasceu a aldeia, da aldeia nasceu a vila, da vila nasceu a cidade, da cidade nasceu a nação, da nação nasceu o que chamamos de país. O resultado é o mundo conturbado que temos.
Mas a mentalidade continua a mesma: é tribal, com diferentes ruídos extraídos das cordas vocais, que nós chamamos de idiomas (português, inglês etc.).
O problema é que alguns países ainda estão no patamar de tribos, geográfica e culturalmente.
Não há queima de etapas. A Cucarachoândia bolivariana, lulista, evista, mujiquista, não sai desse estágio. Haja retrovisor. Haja desprezo pela história.

2 comentários:

Hugo disse...

Voltaremos aos bons tempos dos Aztecas e Maias?Voltaremos aos tempos dos Tupinambás e Jês?América Latina rumo à Africanização de suas instituições.

Acho que o fim do mundo está perto:O América-RJ foi campeão!Da segundona,mas foi campeão.

Maria do Espírito Santo disse...

E tribos não pensam nem agem: reagem.

De Quarup em Quarup chegamos ao comportamento retilíneo uniforme das tribos.

Algo semelhante às duplas do nado sincronizado das Olimpíadas.