E viva a Narcoamérica do Sul!
Uma vez petista, sempre petista. De verde, a macilenta candidata do PV, Marina Silva, só tem a cara. Não espanta que a personagem do Avatar amazônico repercutiu as críticas do lulismo e da petralhada ao candidato José Serra, que acertadamente acusou a Bolívia de ser a grande fornecedora de cocaína para o Brasil.
Dizer a verdade sempre causa dano. Como o bolivarianismo e adjacências estrilaram, é sinal de que Serra acertou na jugular. Aliás, há matéria sobre isto na Veja desta semana (não vou surrupiar).
Mas, cuidado, muito cuidado com os candidatos benevolentes com a Narcoamérica do Sul!
UPDATE: e o chanceler Amorim jamais deixa de se exceder: diz que o Brasil dispensa a ONU se isto implicar subserviência aos EUA. Ora, todo mundo sabe que o Itamaraty lulista só é subserviente ao bolivarianismo e à delinquência internacional em geral. Independência é o que a pobre casa de Rio Branco jamais teve sob o lulismo.
19 comentários:
É triste final de mandato.
A turma querendo ainda monipolizar as atenções e nesta busca só farão besteiras,pois todos já os olham como passageiros que vão desembarcar do barco e sequer os chamarão para festas de aniversários,quanto mais reuniões políticas.
Podem ir esvaziando as escrivaninhas e recolhendo as tralhas.
A-CA-BOU-SE,recolham-se às insignificâncias que são,pois representaram muito mal a terra onde nasceram e que lhes devotará o desprêzo que merecem assim como o esquecimento.
by,by
Que bom encontrar pessoas inteligentes na blogosfera !!!
Sou seguidora do seu blog !!!
Bem vinda Sophie Feodorovna Rostopchine!
A Marina Silva pouco se importa com os viciados em crack, que em sua grande maioria vivem no sudeste do país.
Que viciado em crack se importa consigo mesmo?
Os candidatos à presidência devem se importar com quem se importa com os problemas que enfrenta no cotidiano: saúde, educação, moradia, transporte, segurança, combate ao tráfico de drogas.
Se os crackeiros querem se matar o problema é deles, não da Marina Silva.
Com relação ao up-date:
As informações que estamos,modestamente dou uns pitacos,no site/blog do Heitor de Paola está nos levando a uma conclusão:
O Brasil vai atrás da bomba nuclear e o Irã é parte da aliança comuna/bolivariana.Segundo informações obtidas o Irã já quis chutar até a Rússia que é tradicional "apoiadora' e levou uns tabefes também,mas por aqui ninguém falou nadica de nada.A tradicional esterilidade das esquerdas leva a busca da força para implantarem seus regimes e idéias(sic).
Caso alguém saiba de alguma coisista para adicionar é só acessar e mandar ver.
Brasil rumbo à bomba atômica para fins pacíficos, segundo o Zé-pé na cova-Alencar.
Como lá não tem postagens,fica díficil para "os de lá"colocarem algo,para não dizer IMPOSSÍVEL.
eheheheh
abraços
A paspalhona evangélico-natureba disse: "Não é assim que se trata um país irmão".
Mas vai ser politicamente correta assim lá em Pedra Azul!
E Pedra Azul existe, sim. Fica no nordiminas, pra lá de montsclaros.
Marinavatar em Pedra Azul é uma perfeita união: falta só Marina lá, do alto da pedra azul, contactar nossos irmãos intergaláticos para uma turnê lunática.
E verdade Shami, eu sempre achei que as atitudes de Lula sao premeditadas e nao inocentes como a maioria esta imaginando. Ele disse muitas vezes que se um tem a bomba todos devem ter porque como se defender daquele que a possui? Ele esta tentando tambem ficar poderoso e com direito de ameacar qualquer nacao com um simples apertar de botao. E o pesadelo da "guerra fria" de volta, desta vez com novos imbecis que querem ser donos do mundo.
Putz, imaginem só como dá para roubar num processo (ultrassecreto) de enriquecimento de urânio para fins militares!
Acorda, milicada! Estão querendo usar a reputação de vocês para viabilizar negócios escusos e turbinar políticas bolivarianas.
nâo dá para acreditar que de 180.000.000 de almas quase-vivas só podemos apresentar esta cacalhada para candidatos à presidencia.
como é o bordão por aqui:
dá-lhe grotão
ai meus sais!
"Que viciado em crack se importa consigo mesmo?"
Maria,
A dependência acaba com a auto-estima e força de vontade do indivíduo.
É um problema sério que afeta o entorno de conviventes do viciado, e em especial a família.
O Brasil dispensar a ONU? Mas não é objeto e desejo protagonista, multilateralista, reformular a ONU, fazer parte do Conselho de Segurança da ONU, ser Secretário Geral da ONU, ou das principais Agências da ONU?
Gentil CFE,
as drogas pesadas são um problema sério para as famílias, sem dúvida. E é justamente por isso que me parece mais uma questão privada do que pública.
Bom... A coisa é muito mais complicada mesmo...
Eu tenho um filho de 29 anos que não fuma, nunca bebeu e nem preciso dizer que jamais experimentou qualquer tipo de droga. E eu não me lembro de ter feito qualquer sermão da montanha na orelha dele sobre esse tema.
Dei sorte ou dei educação acertada? As duas coisas? Sei lá...
Acho que uma ótima escola e a certeza de que os pais, mesmo errando, gostam do filho, é suficiente para afastar o fantasma da droga do ambiente femiliar.
Por isso, creio que o problema seja mais privado do que público. Não sei como o Estado poderia prover os filhos de famílias que não os respeitam e amam seus "rebentos" do carinho essencial para que eles desenvolvam a tão imprescindível auto-estima...
Todos conhecem a história, contada por ele mesmo, da primeira e única vez que FHC FUMOU MACONHA.
Estava num grupo de colegas de faculdade e experimentou um baseado trazido por um amigo. Tossiu, se engasgou e achou muito ruim.
O que ninguém sabe é que o baseado em questão era composto de 50% de capim, 30% de tempero verde e apenas 20% de maconha.
Ou seja: eu sei o que vcs fizeram no VERÃO PASSADO!!!
Marcos-DF
Quase 25 anos e dois mandatos como presidente depois, não deixa de ser curioso pensar nas implicações freudianas do fato de FHC ter abraçado agora justamente a causa da descriminação da maconha. E como decisão global, não só no Brasil. Reverência ao jovem Fernando Henrique, ao querer passar à história não como liberal, mas como liberador?
Necessidade de chamar a atenção para uma causa em que de fato acredita? Ou para si próprio?
Ao lado dos também ex-presidentes Ernesto Zedillo (México) e César Gaviria (Colômbia), FHC criou em abril a ONG Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. A partir daí, tem feito palestras, dado entrevistas e publicado artigos defendendo o tratamento em vez da repressão.
No britânico The Guardian, em setembro, escreveu que “é tempo de admitir o óbvio. A guerra contra as drogas falhou”, aplaudindo a iniciativa de alguns países de descriminar a possessão de pequenas quantidades de maconha.
Fernando Henrique será ainda um dos protagonistas do documentário sobre redução de danos dirigido por Fernando Grostein Andrade (o mesmo de Coração Vagabundo, sobre Caetano Veloso).
Por favor, sem falso moralismo!!!
Eca!!!
Marcos-DF
"Por favor, sem falso moralismo!" ("Menino do DF")
Qualquer que seja a posição de FHC em relação às drogas, com a qual eu posso concordar ou não, ele a defende em foros apropriados, dentro de um debate legal, e com o respaldo de especialistas em diversas áreas do conhecimento.
Não me consta que ele, em momento algum, tenha se aliado a narcogovernantes, apoiado narcoguerrilhas ou abrigado narcoterroristas em seu governo, nem que concorde com a leniência do desgoverno Lula em relação ao derrame de cocaína e crack que vem ocorrendo no país. Ainda mais com financiamento do BNDES!
Por favor, "Menino do DF": sem falso moralismo! Eca!
"O que ninguém sabe é que o baseado em questão era composto de 50% de capim, 30% de tempero verde e apenas 20% de maconha"
"Ou seja: eu sei o que vcs fizeram no VERÃO PASSADO!!!
"Menino do DF"
O que todo mundo sabe, "Menino do DF", é que, Se fosse você que estivesse lá, o tal baseado seria composto de 100% de CAPIM, "o%" de tempero verde e "apenas 0%" de maconha!
Ou seja: todos sabem o que você fez no verão passado, "Menino do DF". O mesmo de sempre: pastou!
A atuação do FHC não é de mera propaganda por liberalização, como que fazer entender o DF. Ele atua com mandado da ONU, junto com outros ex-presidentes. O que avaliam é a necessidade de criação de estruturas de saúde pública que possam dar suporte ao tratamento de viciados e estruturar mecanismos quem inibam drasticamente o consumo de drogas. Avaliam também que a repressão, nos moldes em que é colocada, não tem trazido resultados adequados. Mas em nenhum momento defendem o fim da ação repressiva. Defendem o aprimoramento do modelo de ação. Incluindo o aprimoramento da legislação sobre o tema. É um reducionismo barato querer classificar o trabalho como liberalização descontrolada. Para criticar antes é bom conhecer do que se trata.
"Gentil CFE"
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