segunda-feira, 28 de junho de 2010

Escola é lugar de ciência. Ética se aprende em casa.

O economista Gustavo Ioschpe, articulista da Veja, faz uma interessante reflexão sobre o ensino de ética e "cidadania" na escola em detrimento das ciências e do desenvolvimento cognitivo. Tem razão em apontar que a ética deve ser incumbência das famílias, já que a escola não recupera os eventuais delinquentes por elas criados. Ética e "cidadania", termos hoje bastante difusos, estão mais para ideologia do que para formação. A questão me traz à lembrança o que disse, no início dos anos 90, o filósofo italiano Carlo A. Viano (salvo engano meu): a ética tende a se tornar refúgio do esquerdismo, órfão da utopia comunista. Mais ou menos na mesma época, a escritora Doris Lessing disse que a doutrina "politicamente correta" era uma herança do comunismo destroçado pela história. O fato é que, na voz de muitos ideólogos, ética e "politicamente correto" já viraram sinônimos. Fica a ressalva, porém, de que há estudiosos sérios em relação aos temas éticos. Surrupio o texto na íntegra:

Estou começando a procurar escola para o meu filho, e fico impressionado com o que tenho ouvido e lido a respeito das escolas que procuro. Ouve-se falar pouco no desenvolvimento cognitivo, em aprendizagem, em ciências exatas. Menos ainda alguém se referindo a pesquisa empírica ou aos recentes achados de neurociência. Em compensação, dois temas são unanimidade: cidadania e ética. É uma distorção que me preocupa.

Em primeiro lugar, porque parece presumir que o ensino das matérias tradicionais é uma questão resolvida, e que se ater a elas seria algo menor, reducionista ou, como se diz com certo desdém: "conteudismo". Não é. O Brasil vai muito mal nessa área, como comprovam todos os testes internacionais comparativos. Vai mal não apenas nas escolas públicas. As escolas privadas brasileiras também são, em geral, ruins, mas salvam as aparências por ter suas deficiências mascaradas pelos problemas ainda mais graves das escolas públicas. No Ideb, indicador de qualidade da educação do MEC, as escolas privadas têm nota média 6, em uma escala que vai até 10. No Pisa, teste internacional de qualidade de ensino, descobrimos que os 25% mais ricos do Brasil têm desempenho educacional pior que os 25% mais pobres dos países desenvolvidos. Ainda nos falta muito, portanto, para que possamos considerar a transmissão de conhecimento como tarefa cumprida.

Sei que há uma corrente de pensamento no país que acha que podemos e devemos fazer tudo ao mesmo tempo, e que priorizar a ética não significa descuidar do conteúdo. Deixo esse assunto para outro artigo, mas já adianto que não acredito que isso seja possível com o nível de institucionalização a que chegou o tema no Brasil. Atualmente o MEC exige que os livros didáticos de matemática (sim, matemática) atuem na construção da cidadania, estimulando "o convívio social e a tolerância, abordando a diversidade da experiência humana". Seria melhor se esse espaço do livro e o tempo do professor fossem dedicados à atividade nada trivial de familiarizar o aluno com os conceitos básicos da disciplina. Mesmo quando conseguirem cumprir a função básica de ensinar matemática, português, ciências, não creio que os professores devam priorizar de forma ostensiva a pregação ética. São muitas as razões que me levam a essa conclusão. Em primeiro lugar, o desenvolvimento ético de uma criança é uma prerrogativa de seus pais. Acredito que um pai tem direito a infundir em seu filho padrões éticos divergentes do senso comum, que costuma nortear as escolas. Dou um exemplo claro. A questão da preservação ambiental virou um imperativo ético, e as escolas marretam esse tema insistentemente.

Para mim, conforme já expus em artigo aqui, o comportamento ético em um país com o nível de desenvolvimento brasileiro deveria ser privilegiar o desenvolvimento material humano, mesmo que isso implique algum desmatamento. O que me parece antiético é deixar gente sem renda para que árvores sejam preservadas. Não gostaria, portanto, que um professor ensinasse o contrário ao meu filho.

O segundo problema é que não acredito que os professores brasileiros estejam preparados para travar a discussão profunda e multifacetada que o tema da ética exige. O mais certo é que a questão desande para o discurso panfletário, rasteiro, frequentemente ideologizado. Não imagino que o utilitarismo, o hedonismo ou o epicurismo sejam ensinados em pé de igualdade com correntes filosóficas que pregam as vertentes mais clássicas da moralidade judaico-cristã. E, sem esse contraponto, não se está ensinando ética, mas sim fazendo doutrinamento.

Essa dinâmica está diretamente atrelada a outro problema, que é a relação hierárquica que caracteriza o ensino formal. Se uma escola fizesse uma disciplina de ética opcional ou não avaliada, creio que seria possível que houvesse alguma evolução verdadeira por parte do alunado. Mas, no momento em que esse tema virou transdisciplinar e vale nota, é óbvio que os alunos minimamente atilados saberão conformar suas respostas às expectativas e inclinações de seus professores. Quando eu estava na escola, era formada por marxistas a maioria dos professores de história, português, geografia e outras disciplinas da área de humanas. Isso fazia com que eu e muitos outros colegas nos certificássemos de que toda resposta em prova incluísse alguma lenhada na burguesia e uma conclamação à construção de um mundo mais fraterno. Não por convicção, mas porque o nosso falso esquerdismo rendia notas melhores. Tenho certeza de que os mensaleiros, anões do Orçamento, sanguessugas e demais patifes também pregavam a justiça universal em seus tempos de escola.

Surge aí mais um problema do ensino-cidadão, que é a sua total inutilidade. A psicologia evolutiva demonstra que há um substrato ético que é genético e comum à nossa espécie e a alguns primatas. Complementando essa camada, acredito que a formação de uma consciência ética está indissociavelmente atrelada às experiências de vida, não a ensinamentos acadêmicos. Essa consciência se forma através de um sistema de recompensas e punições trabalhado primordialmente pelos pais de uma criança, desde seus mais tenros anos. É o receio da perda do amor paterno que nos leva a agir de forma ética, em um mecanismo inconsciente. Posteriormente, somam-se a essa base a história de uma pessoa e a fortaleza institucional do local em que ela vive.

O psicólogo Steven Pinker relata o exemplo do que aconteceu, literalmente da noite para o dia, quando a polícia da sua Montreal entrou em greve: uma cidade até então pacata e segura viu-se engolfada por uma onda de criminalidade que só cessou com o fim da greve. A população não sofreu um desaprendizado coletivo naquele período: ela agiu como muitos de nós agiríamos em um cenário em que as violações éticas não fossem punidas. Conhecer Sócrates ou Nietzsche não deve alterar o comportamento da maioria das pessoas. Para ser íntegra, a criança precisa receber orientação de seus pais e, depois, saber que desvios antissociais serão punidos. Alguns professores acreditam que podem sanar, com sua atuação, as deficiências da família e do estado. É ilusão. Um estudo recente das pesquisadoras Fátima Rocha e Aurora Teixeira, da Universidade do Porto, investigou a cola em 21 países e apontou haver relação direta entre a desonestidade em sala de aula e o índice de corrupção do país.

Para aqueles que imaginam que este autor é um defensor de uma escola amoral, explico-me. Acredito, sim, que a ética tem papel vital na escola, mas não no discurso, e sim na ação. Cabe à escola criar um ambiente de total liberdade intelectual, mas sem esquecer de aplicar no seu dia a dia os princípios éticos que norteiam a vida em sociedade. Com coisas simples e em todas as matérias: as aulas devem começar no horário, os professores não devem faltar, os alunos violentos devem ser punidos, as regras da escola devem ser aplicadas a todos. E eis aí o busílis da questão: ao mesmo tempo em que são incompetentes e doutrinárias no ensino da ética, nossas escolas são antiéticas em sua prática. O exemplo mais claro: a cola. No estudo citado, descobre-se que 83% dos universitários brasileiros já colaram, um dos índices mais altos do mundo. Cem por cento dos alunos brasileiros já viram alguém colando.

Nos meus tempos de aluno, havia gente colando na grande maioria das provas. É difícil imaginar que os professores não percebessem o que estava acontecendo. Em vários casos, os professores notavam e então caminhavam pela sala, parando perto do "colador", ou às vezes chamavam seu nome. Mas, se não me falha a memória, em onze anos de escola jamais vi um único aluno perder a prova, a nota do bimestre ou sofrer sanção mais séria por um delito que é provavelmente o mais grave para um ambiente em que se preza o saber. O ensino da ética, em uma realidade assim, é um deboche. Mais do que um deboche, é um desserviço: quando nossas escolas falam sobre o tema e praticam o oposto, a mensagem implícita é que esse negócio de ética e cidadania é papo-furado, pois já na escola os trapaceiros se dão bem. Melhor seria não falar nada.

14 comentários:

Cfe disse...

Uma palavra que escutei muito nos ultimos tempos em escolas foi "resgate": é como se existisse uma nostalgia de tempos que passaram sem que ninguem os conhecesse.

Acho que realmente existe uma contradição entre a prática e a palavra mas no Brasil é muito difícil não ser romano, uma verdadeira arte, porque o esquema está todo feito para ferrar quem segue as regras.

Por isso quando se ufanam e eu digo que o Brasil não consegue ser desenvolvido por causa do povo, o pessoal se irrita.

Anônimo disse...

tô na área
Certa ocasião fui sondado para dar aulas.
Resposta:Impossível,se não fôr para aulas particulares,onde existe um desejo e obrigação de apresentar resultados.
Eu não admitiria:colas,agressão de qualquer espécie,descumprimento de ordens e normas da escola.
Um aviso dado e no segundo aviso, ANO PERDIDO PARA O ALUNO.
E ZÉ FI NI.

perderam um professor

fui..

Anônimo disse...

Mas aí temos um problema:supondo que os pais não ensinem nada de ética pros filhos e estes gostem de ciência mas não tenham limites ou nortes éticos para balizar sua conduta será que não estaremos formando cientistas aéticos?
Concordo que a ética primordialmente e principalmente deve ser ensinada pela família do estudante mas a exclusão de seu ensino nas escolas mesmo que apenas em caráter de relembrar e aperfeiçoar o que foi ensinado em casa não nos levaria aí sim a uma sociedade tão aética que acaso não haveria chance de usos extremamente antiéticos do conheciemnto científico adquirido?
Não é uma questão tão tábula rasa assim como Ioschpe mostra.Antigamente até seria aplicável em senso estrito mas hoje onde a profusão de informações comportamentais é profusa e confusa seria esta uma saída salutar para o ensino de ciências?

Maria do Espírito Santo disse...

Nessa merda de país não há ciência na escola e muito menos ética ensinada e praticada na vida familiar.

Por aqui a escória só pratica a mentira.

Orlando Tambosi disse...

Releia o texto, Igor: nem Ioschpe nem eu defendemos a erradicação da ética da esfera escolar.
Mas bandido nasce dentro das famílias, não na escola.
E, como sempre, o viés contra as ciências...

Paulo Henrique disse...

Eu concordo com o Ioschpe, mas devo dizer que aqui no Canadá as escolas estão muito preocupadas com o que poderíamos chamar de "cidadania". As escolas fundamentais se preocupam muito com o ensino de disciplinas básicas, como inglês e matemática, e gastam um bom tempo tratando de temas como as regras do convívio social. Mas é outro país, outra tradição. O difícil é definir o que é causa e o que é consequência. Se é isso que faz o país civilizado, ou faz isso porque é civilizado.

Chesterton disse...

Me senti prestigiado. Concordo com a Maria, ni l´un, ni l´autre. Nini. Resultado: jovens presas fáceis para o petismo.

ethan edwards disse...

De que cidadania desfruta um indivíduo que não sabe ler ou fazer contas? Que não consegue ler um contrato de compra e venda? Que não sabe calcular se o salário que recebeu está correto? Que é incapaz, enfim, de compreender a Constituição de seu país e as leis que o governam? O outro lado do abandono a que foi relegado o ensino desses procedimentos básicos da vida civilizada (ler, escrever e fazer contas) é a proliferação de instituições destinadas a "proteger o cidadão", todas, evidentemente, sustentadas com dinheiro público. Assim, quanto mais inermes vão se tornando os cidadãos, mais poderosa vai se tornando a burocracia estatal - sempre a pretexto, claro!, de proteger e garantir "a cidadania".

Não é função da escola ensinar ética a ninguém; no máximo, etiqueta. A ética é aquilo que uma sociedade respira (ethos), é o fundamento dos seus costumes (mores = moral). Nossa unidade ética, até meio século atrás, era dada fundamentalmente por uma variação "tropical" do cristianismo. Isso foi destruído pela nossa "modernização". Hoje, o que temos são fragmentos de éticas contraditórias, às vezes abertamente antagônicas, o que torna cômica a pretensão de algumas escolas (geralmente laicas) de ensinarem ética. O que passa por ética, hoje, é "preservar a natureza", "respeitar a diferença" e baboseiras do gênero: ideologia "politicamente correta" e relativismo cultural. Não sou cristão, mas não tenho qualquer ilusão de que, ao destruir a unidade ética que tínhamos, criamos um problema que até hoje não fomos capazes de resolver. A destruição foi tão profunda que hoje as pessoas precisam de orientação "especializada" até mesmo para se vestir, para se comportar em público, para usar o celular, etc. Ninguém tem a chave da nova ética, chamada a substituir a que destruimos. Talvez ela nunca venha a existir. Qualquer que ela venha a ser, no entanto, certamente será melhor que essa mistura de relativismo cultural e "politicamente correto" que as escolas impingem hoje a nossos filhos. Os meninos precisam aprender a ler, escrever e fazer contas. E a ter vergonha de ser burros. Eis um bom preceito ético, para começar.

Chesterton disse...

A tal cidadania tão valorizada e explicitamente impsoto na escola nada mais é que a anestesia para a estupidificação do jovem. Na escola anterior meu filho foi exposto junto com os coleguinahs a assistir em aula um filme sobre um garoto "gay precoce". Eliot-alguma-coisa. Claro que o filme suscitou manifestações intensas da garotada que se divertiam com a afetação do personagem.
Qual o objetivo da "aula"? Informar? Negativo, era formar, moldar, anestesiar e preparar a garotada para uma nova ética vinda de cima, uma vez dissimulada mas hoje já às claras, condizente com um projeto de poder a longo prazo.
Alguns podem não perceber, mas o julgamento da Suprema Corte americana essa semana joga um pouco (um poucão?) de água fria nessa turma, pois as campanhas internacionais de desarmamento é outra frente no sentido de emascular o mundo.
subdorol

Anônimo disse...

tô na área
Pescado no blog do Marcelo Hermes a relação de revistas "científicas"brasileiras que estimulam e praticam a auto-citação de artigos.:
"
Oi pessoal,
A lista abaixo mostra o percentual de autocitação de revista (%ACR), em uma lista de revistas nacionais. Dividi em alguns grupos, por questões didáticas.

1) Acima de 70%: Trofeu "eu amo Sarney"

86 REVISTA BRASILEIRA DE FARMACOGNOSIA
80 PLANTA DANINHA
76 REVISTA CIENCIA AGRONOMICA
76 REVISTA BRASILEIRA ENSINO FISICA

2) De 50% para cima, um escandalo!

65 REVISTA ESCOLA DE ENFERMAGEM USP
60 REVISTA BRASILEIRA DE ZOOTECNIA
60 REM-REVISTA DA ESCOLA DE MINAS
56 ACTA SCIENTIARUM-TECHNOLOGY
53 REVISTA LATINO-AMERICANA DE ENFERMAGEM
53 REVISTA BRASILEIRA CIENCIA DO SOLO

3) Estão no caminho da fama. É Barbosa fazendo escola...

47 CROP BREEDING APPLIED BIOTECHNOLOGY
46 ARQUIVOS BRASILEIROS DE MEDICINA VETERINARIA E ZOOTECNIA
45 PESQUISA VETERINARIA BRASILEIRA
45 CIENCIA E AGROTECNOLOGIA
42 SOLDAGEM & INSPEÇAO
40 NATUREZA & CONSERVACAO
40 REVISTA BRASILEIRA DE MEDICINA VETERINARIA

4) Sei não, muito suspeito esse percentual de ACR

38 JOURNAL VENOMOUS ANIMALS AND TOXINS
37 POLIMEROS
37 REVISTA BRASILEIRA DE FRUTICULTURA
36 CERNE
35 REVISTA BRASILEIRA DE FISIOTERAPIA
34 ARQUIVOS BRASILEIROS ENDOCRINOLOGIA
34 BRAZILIAN ARCHIVES BIOLOGY TECHNOLOGY
33 CIENCIA FLORESTAL
32 REVISTA NUTRIÇÃO
31 QUIMICA NOVA
30 ARQUIVOS BRASILEIROS CARDIOLOGIA

5) Pô, fala sério. Podiam ter um %ACR menor...

29 NEOTROPICAL ICHTHYOLOGY
29 JOURNAL APPLIED ORAL SCIENCE
28 REVISTA BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA
28 PESQUISA AGROPECUARIA BRASILEIRA
26 SCIENTIA AGRARIA
24 JOURNAL OF THE BRAZILIAN CHEMICAL SOCIETY
24 REVISTA BRASILEIRA DE ENTOMOLOGY
23 JORNAL DE PEDIATRIA-BRAZIL
23 CADERNOS SAUDE PUBLICA
23 REVISTA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL
23 HORTICULTURA BRASILEIRA
22 CLINICS
21 MEMORIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ
21 ARQUIVOS NEURO-PSIQUIATRIA

6) Entre 10 e 20% a gente acredita que Elvis não morreu

20 ACTA CIRURGICA BRASILEIRA
19 NEOTROPICAL ENTOMOLOGY
18 CIENCIA TECNOLOGIA ALIMENTOS
17 REVISTA BRASILEIRA PARASITOLOGIA VETERINARIA
16 BRAZILIAN JOURNAL OF MICROBIOLOGY
16 IHERINGIA SERIES ZOOLOGICA
16 LATIN AMERICAN JOURNAL SOLIDS STRUCTURES
15 GENETICS AND MOLECULAR RESEARCH
11 REVISTA ASSOCIAÇÃO MEDICA BRASILEIRA

7) Com menos de 10% não há o que criticar!

9 BRAZILIAN JOURNAL OF OCEANOGRAPHY
9 GENETICS MOLECULAR BIOLOGY
8 BULLETIN BRAZILIAN MATHEMATICAL SOCIETY
8 JOURNAL BRAZILIAN SOCIETY MECHANICS SCIENCE
7 BRAZILIAN JOURNAL CHEMISTRY ENGINEERING
6 ANAIS ACADEMIA BRASILEIRA CIENCIAS
6 BRAZILIAN JOURNAL INFECTIOUS DISEASE
4 SAO PAULO MEDICAL JOURNAL
4 BRAZILIAN JOURNAL PHYSICS
4 BRAZILIAN JOURNAL POULTRY SCIENCE
2 BRAZILIAN JOURNAL MEDICAL BIOLOGY RESEARCH
0 REVISTA BRASILEIRA ZOOLOGIA
0 SEMINA-CIENCIAS AGRARIAS
0 ZOOLOGIA-CURITIBA

PS: Agradeço ao Tocha pela listagem. "

eheheh,
estes cientistas tupiniquins e não tupiniquins também se esquecem que a net tá aí para desmascarar tudo e a todos.

fui..

Anônimo disse...

e como citou o comentarista mais acima:
Nos STATES a POSSE de arma vale para todos os estados FEDERADOS e zé fi ni.
Quanto ao PORTE tem as orientações básicas do assunto.
Decisão do supremo supremo mor.
E chega de blá,blá,blá.
fui...

Chesterton disse...

então você há de perdoar meu erro de conjugação (rs)

Anônimo disse...

o" blá,blá,blá" foi em relação ao desarmamento.
rsrsrs

Chesterton disse...

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=596CID001

reações....