sexta-feira, 18 de junho de 2010

A invasão muçulmana na Europa


Carlos Alberto Montaner discorre sobre o crescente medo europeu dos muçulmanos, que já formam maioria em em alguns bairros das cidades. Eles, de fato, não se integram aos valores da sociedade em que vivem: o Alcorão está acima de tudo. Justificadamente, milhões de europeus se preocupam com a proliferação de mesquitas e o surdo apoio ao terrorismo islâmico. Os dados são estarrecedores:

Cincuenta y cuatro millones de musulmanes viven en Europa. Según afirma el parlamentario holandés Geert Wilders, en sólo 12 años el 25 por ciento de la población europea será mahometana. Esa ya es la proporción en varias ciudades: Amsterdam en Holanda, Marsella en Francia y Malmo en Suecia. De acuerdo con la proyección demográfica, a fines del siglo XXI, impulsados por una tasa de natalidad mucho más intensa, quienes se identifican con el Islam serán mayoría en el Viejo Continente.

En Europa se les atribuye a estas personas, especialmente a las de origen árabe, una frágil identidad cívica y un débil arraigo nacional. De acuerdo con el Pew Research Center, la mitad de los musulmanes radicados en Francia, muchos de ellos nacidos allí, aseguran que su lealtad religiosa es más poderosa que la que los vincula a la nación a la que pertenecen. Otra institución citada por Wilders, el British Centre for Social Cohesion, afirma que en Gran Bretaña una tercera parte de los estudiantes desearía que el mundo viviera bajo la autoridad de un califato.

A numerosos europeos les molestan las mujeres con velo o burka, los guetos excluyentes, la proliferación de las mezquitas, el antifeminismo, la intolerancia inherentes al Corán y el sordo respaldo al terrorismo islámico: un tercio de los musulmanes franceses no rechazan a los terroristas suicidas. A muchos europeos, además, les irrita no poder exhibir su enojo con la situación porque la ``corrección política'', en nombre del multiculturalismo, exige mostrar una risueña indiferencia ante esta minoría.

¿Qué temen, en suma, millones de europeos? Temen que el creciente peso demográfico de un segmento étnico-cultural ajeno a la tradición y a la historia blanca y cristiana de la región, enemiga de Occidente durante el milenio medieval, acabe por convertirse en la fuerza dominante de la sociedad y termine por imponer sus valores retrógrados y su cosmovisión antiliberal. (Continua).
***
(Leitor recomenda outro artigo interessante aqui. Os dados são ainda mais estarrecedores).

29 comentários:

Anônimo disse...

tô na área

http://bitacorapi.blogia.com/2010/060801-lo-que-el-islam-no-es....php
cuidado com eles,ELES ESTÃO NOS INVADINDO.

fui..

Anônimo disse...

Curioso como mudam os personagens, mas o enredo é o mesmo.
Antes eram o judeus os acusados de não se integrarem às sociedades locais, de serem um estado dentro do estado. Judeus eram acusados até mesmo de manterem a arquitetura "mourisca" de suas sinagogas, não adotando os modelos de construção germânicas.

Alex

Maria do Espírito Santo disse...

O artigo do Montaner é ótimo e o outro artigo indicado é melhor ainda.

O Islã não é só uma religião: é uma visão de mundo completa que tem entre suas metas a conversão dos infiéis.

Os multiculturalistas respeitam os loucos, digo, os lobos: não esperam que eles comam miosótis, nem que andem em bombas, digo, bandos.

(Gol dos Estados Unidos, ouvi agora...)

Que os EUA continuem fazendo gols, dentro e fora da Copa.

Maria do Espírito Santo disse...

Eu não sabia que os judeus têm como projeto prioritário a conversão de todos nós...

Vivendo e aprendendo, Anônimo das 12h36.

Anônimo disse...

o anônimo das 12:36 escorregou nas enchentes que assolam a Europa.

fui..

Anônimo disse...

dica FANTÀSTICA NO ALUIZIO:
http://www.youtube.com/watch?v=R-e33nl-Hek&feature=player_embedded#at=161

Estes Israelense tem um senso de humor de arrebentar.

fui

Anônimo disse...

Vai um quibe aí, Alex?


Ibrahim

Anônimo disse...

manda um "charuto'para o Alex.
Ah!
feito com folhas de VIDEIRA,lógicamente
fui...

Anônimo disse...

Isto é bem feito pra Europa.Vivem perseguindo o cristianismo atualmente e deixam a turma de Maomé procriar feito ratos e se adonar do continente.Com certeza serão os cristãos e não os demais que mais uma vez irão defender a Europa deste flagelo da humanidade,a décima primeira praga que foi guardada.

Anônimo disse...

Aproveitando a trilogia do Denys Arcand, poderiamos adaptá-la, assim:
- O Declinio do Ocidente , As Invasões Bárbaras e A Idade das Trevas -.
A história se repetirá?

césar

Sonfilmizle Online Movie Watch disse...

sper

Anônimo disse...

A culpa disso é, principalmente, da esquerda européia politicamente correta.

O que são o Reino Unido e a Holanda hoje?

Maria do Espírito Santo disse...

Os politicamente corretos são derivados de um amálgama de seres à serviço da culpa ou do heroísmo barato.

Eles são compreensivos com o naturalmente incompreensível, são bondosos com os malévolos, são pios com os demoníacos.

Em nome da diversidade cultural, os politicamente corretos "entendem" os homens-bomba. Só falta perguntarem: o que eles podem fazer a não ser explodir?

Penso que essa atitude de compreensão para com o "diverso" não é nada divertida e é mais nefasta a longo prazo do que os atos pontuais de terrorismo.

Justificar culturalmente o terror é injustificável. Flores vencendo o canhão? Isso é coisa de gente alienada que escolheu a alienação por questões de conforto egocêntrico.

No fundo, no fundo, esta tolerância com o diferente não passa da mais tremenda indiferença em relação ao mundo.

Aprendiz disse...

Eles são ótimos

http://www.youtube.com/watch?v=sK0d9gnsa5U&feature=related

Renato

Cfe disse...

A primeira vez que eu "convivi" diretamente com o problema foi num hotel onde uma família com duas crianças pequenas tomava café na mesa ao lado.

Eu estava de costas para essa mesa e devido aos muitos pescoços contorcidos fiz o espetáculo de virar para trás para ver o que se passava...

Todos os hóspedes eram fenótipicamente europeus exceto esssa família de tez levemente morena mas não era isso que chamava a atenção de todos mas o fato da mulher estar coberta da cabeça aos pés só com os olhos a mostra.

Na altura fiquei escandalizado porque não havia nunca posto a hipótese de que alguem com esses hábitos quisesse frequentar um hotel resort nas cercanias de Lisboa: foi como que um abrir de horizontes. Não só tinham hábitos esquisitos como tinham poder financeiro para se impor e eu notei o desconforto na cara do marido com os olhares (e surpresa)das pessoas.

Cfe disse...

"Curioso como mudam os personagens, mas o enredo é o mesmo."

Curioso é estabelecer um paralelo entre situações distintas: os judeus nunca forma ameaça demográfica para os europeus.

O quiprocó semita sempre foi a luta pelo poder dentro das elites: as ditas nacionais com padrões similares aos plebeus e as que não comiam carne de porco.

Existe realmente um problema islâmico na Europa, muito pouco compreensível para quem vive na AL, local onde se deu uma miscigenação com uma destruição quase total da (fraca)cultura autóctene.

Cfe disse...

O problema europeu tb deve-se em grande medida ao exacerbamento de valores contraditórios dentro da cultura européia.

Eu acho que já até comentei por aqui: uns dois ou 3 anos atrás numa conversa com uma família inglesa de idosos perguntei o porque de sua mudança para o norte de Portugal, longe dos tradicionais destinos ingleses no Algarve e fiquei muiiiito surpresso com a resposta:

- "Well, its green here... like England" and "Nós queremos terminar nossos dias no meio da civilização"

Devo ter feito uma cara tal que explicaram logo de seguida: "os filhos dos imigrantes não querem trabalhar nem estudar e a lei britânica é muito permissiva com essas atitudes"... "and that´s the point"

Observação: a lei portuguesa não é melhor do que a inglesa, julgo e a diferença deve-se a quase não existência de imigração no norte de Portugal, contrariamente a Lisboa onde em 2075 a região será marioritariamente negra.

Obs 2: o norte de Portugal é verde, ao contrário do sul onde predomina a aridez.

Anônimo disse...

Problemas que a democracia não consegue resolver.

Anônimo disse...

Alô anônimo 23:11
Problema que A DEMOCRACIA IRÁ RESOLVER,quanto "aos outros",paredão é a primeira e única opção.
fui...

Anônimo disse...

não esqueça que estes "invasores"estão se utilizando das democracias encontradas para atingir seus objetivos ANTI-DEMOCRÁTICOS.
fui

Cfe disse...

Democracia, como sistema de estado friso, não resolve nem deixa de resolver nada.

Não adianta nada existir um sistema consignado na lei se na prática não há o empenho na sua vivência: isso para não falar na captura e subversão do todos por grupelhos.

Depois o pessoal queixa-se quando alguem manda as urtigas o sistema oficial.

Renato disse...

A origem do problema não são os mulçumanos. Desde que foram barrados por derrotas militares na Europa, há muitos séculos, eles deixaram de ser uma ameaça. Por que só agora voltam a ser? A ideologia de tomada do poder mundial foi reimplantada dentro do islã pelo seu contato com as ideologias socialistas (nazismo e marxismo).

Anônimo disse...

tô na área
alô Renato
O Islã SEMPRE será ameaça por ter em seus princípios E FINS a tomada e ocupação de tudo o que não fõr terra islâmica atual.Pregam a conversão mundial ao Islã o que já bastaria para excluir esta turma do nosso meio FÍSICO.
Quanto ao Cfe, a pouca prática da Democracia e seus defeitos não são suficientes para NÃO DESEJÁ-LA ou condená-la,já que qualquer outro sistema sequer permite alternativas ou caminhos de aprendizado.A presença de grupelhos suponho que NÃO EXISTA em outros sistemas.

fui...

Orlando Tambosi disse...

O problema é o Corão: antidemocrático, patriarcalista, ditatorial.
Ayaan Hirsi Ali, que já citei em vários posts, viveu sob a espada islâmica e escreveu um belo livro sobre a sua experiência: Infiel.

Anônimo disse...

tô na área
E já passamos por aqui um extrato do Corão,com os ESTATUTOS DO HAMAS.
fui...

Maria do Espírito Santo disse...

E quem nasce muçulmano(a) não pode abdicar dessa condição.

"Desprezo o som de tua harpa, que me impede de escutar a voz da justiça".

Maria do Espírito Santo disse...

"No plano histórico, sustento que a afirmação dos direitos do homem deriva de uma radical inversão de perspectiva, característica da formação do Estado moderno, na representação da relação política, ou seja, na relação Estado/cidadão ou soberano/súdito: relação que é encarada, cada vez mais, do ponto de vista dos direitos dos cidadãos não mais súditos, e não do ponto de vista dos direitos do soberano, em correspondência com a visão individualista da sociedade, segundo a qual, para compreender a sociedade, é preciso partir de baixo, ou seja, dos indivíduos que a compõem, em oposição à concepção orgânica tradicional, segundo a qual a sociedade como um todo vem antes dos indivíduos. A inversão de perspectiva, que a partir de então se torna irreversível, é provocada, no início da era moderna, principalmente pelas guerras de religião, através das quais se vai afirmando o direito de resistência à opressão, o qual pressupõe um direito ainda mais substancial e originário, o direito do indivíduo não ser oprimido, ou seja, a gozar de algumas liberdades fundamentais: fundamentais porque naturais, e naturais porque cabem ao homem enquanto tal e não dependem do beneplácito do soberano (entre as quais, em primeiro lugar, a liberdade religiosa)."

Norberto Bobbio - A Era dos Direitos.

Ora, não ter liberdade de deixar de ser muçulmano é algo que fere mortalmente não só os indivíduos que nascem nessa tradição muito mais do que apenas religiosa (talvez até mais política do que religiosa), como também a sociedade moderna, que tem nos direitos do homem o seu principal esteio.

Assim sendo, a Europa sofre a ameaça de retroceder a um período histórico pré-moderno. E isso não é nada agradável.

Anônimo disse...

muito bom o BOBBIO,já sou fâ do mesmo a partir de já.
fui..

Anônimo disse...

tô na área.
Na França não tem só problema com muçulmanos,tem também imigrantes chineses querendo serviços de primeiro mundo:
http://chinadaily.com.cn/world/2010-06/21/content_9993937.htm
roubos,assaltos,bandidagem entre imigrantes é mais comum do que sabemos.
fui...