segunda-feira, 23 de novembro de 2020

A vacina da nossa liberdade


O êxito da vacina será mais que uma defesa contra a epidemia – poderá ter, também, um peso decisivo na manutenção da liberdade. J. R. Guzzo, via Gazeta do Povo:


Os militantes da revolução social através do coronavírus e da quarentena, que têm se mostrado muito mais eficazes na paralisação da vida econômica do que qualquer greve geral ou movimento armado, jogam todas as suas esperanças, agora, na chamada “segunda onda” da epidemia – no mundo e no Brasil. Os critérios de contagem de mortos pela Covid-19 continuam sendo uma charada que ninguém decifra – o que transforma a doença num dos fenômenos menos transparentes e mais sujeitos à manipulação que já ocorreram na história mundial da saúde pública.

Depois do abrandamento nas restrições à atividade econômica, à vida em sociedade e às liberdades individuais que vem ocorrendo de julho para cá na Europa, o partido da “quarentena” reagiu com tudo. O “lockdown” foi retomado pelo mundo afora – os números oficiais voltaram a subir e a consequência imediata foi uma segunda onda de “fecha tudo/fique em casa”.

A reação está chegando agora ao Brasil, onde as estatísticas, que continuam sendo divulgadas todos os dias com as mesmas sombras de sempre, voltaram a informar um aumento na “média móvel” do número de vítimas. Já se começa a batalhar por uma volta rigorosa do “distanciamento social” ou, no mínimo, pelo congelamento da abertura permitida nos últimos meses.

Os beneficiários diretos do fechamento – os agentes do Estado e os “especialistas” que fazem as regras a serem obedecidas por todos, e que ganharam uma influência inédita sobre a vida dos demais cidadãos – estão de novo na ofensiva.

Seu problema, no presente momento, são as vacinas que os grandes laboratórios se aprontam para colocar na praça; caso bem sucedidas, elas podem ser um complicador para o progresso do confinamento geral e permanente no Brasil e no resto do mundo. Seu êxito será mais que uma defesa contra a epidemia – poderá ter, também, um peso decisivo na manutenção da liberdade.

5 comentários:

Anônimo disse...

A quantidade de arautos da desgraça, perpassa o bom senso e agradeço a Deus por esses mesmos, terem sido crianças quando do surto de aids no planeta, pois estes estariam enfurnados nas suas casas até hoje, passados quarenta anos. Loquidaum é pra globalistas que nos querem escravos da tecnologia.....vaõ pra cuba que os ..............


Toloco

Xracer disse...

Eu sinceramente achei que essa pandemia iria durar so ate o meio do ano e se dissipar, mas nao para, continua e mais e mais pessoas proximas e conhecidos meus foram atingidos e alguns morreram. Nao eh uma ondinha mesmo, mas uma tempestade que nao acaba, um pesadelo em que nao acordamos. Oremos para que seja breve essa provacao e nos e nossos queridos nao sejam atingidos !

Anônimo disse...

Depois que Hodkinson me chamou de "pequeno roedor", fiquei "puto" e joguei a máscara fora!!

Anônimo disse...

Se tivessem seguido o exemplo da Suécia, teria acabado em maio. Estou "puto" com Hodkinson, que nos chamou de "pequenos roedores zumbis"!! Foi a gota d'água: taquei a máscara no lixo!

Anônimo disse...

A liberdade é valiosa demais para depender de uma vacina.